O Bahia tem péssimos fundamentos de gestão do futebol

4 de maio de 2016

As certezas da diretoria do Bahia vão se tornando pó ao mesmo tempo que o clube também tem superavit na gestão do clube. Uma coisa que a torcida do Bahia parece não entender ainda é que não se faz futebol sem receitas, e um clube superavitário mais cedo ou mais tarde engrenará. O problema, contudo, persiste no departamento de futebol e na cúpula que envolve o presidente quanto a alguns conceitos que se mostram ineficazes em relação as estratégias e formulações de políticas e contratos com treinadores brasileiros, a recuperação das tradições do clube com o futebol ofensivo e um contrato com um estádio que não oferece o que o torcedor mais quer, qual seja, ingressos baratos.

Os conceitos que o presidente tinha enquanto jornalistas não se prestam na prática do dia a dia para a administração do futebol em que pese o “Feeling” para trocar de técnico no tempo certo, a tendência para privilegiar garotos da base em detrimento de jogadores mais tarimbado e a aposta numa política de submissão do interesses do Bahia aos interesses do Estado da Bahia para jogar seus jogos na Arena Fonte Nova, que não tem dado ao torcedor tricolor uma política de flexibilização de preços em jogos decisivos para lotar o estádio em decorrência dos interesses do clube em trazer seu torcedor proletário de volta com preços módicos a fim de pressionar o time adversário

A permanência do treinador por toda uma temporada não há evidência empírica no Brasil que um treinador brasileiro suporte perdas de campeonatos e consiga recuperar a confiança do grupo. O problema é cultural, mas também isso se deve a falta de preparo de nossos técnicos que estão hoje bastante mal vistos pelo mundo em razão de principalmente falta de capacidade técnica de montar times que consigam vencer os grandes campeonatos sul-americanos, a tragédia do último campeonato mundial e por último a escassez de técnicos que o Bahia possa trazer no currículo de trabalhos por longas temporadas. A baixa qualidade de nossos técnicos tem muitas causas também pela excessiva falta de responsabilidade dos dirigentes em realizar com seus treinadores “workshops” para melhorarem sua bagagem teórica.

A tendência para privilegiar os garotos da base tem se mostrado um erro grave e decisivos em pelo menos dois jogos de finais de campeonato que o Bahia disputou na Copa da Nordeste nos últimos anos. Não falarei nem de erros de passe nos últimos BaxVis ou perdas de bola que propiciaram ataques do adversário que redundaram em gol, vou me contentar em apontar esses dois jogos da Copa do NE que mostraram a precipitação de colocar jogadores ainda sem a vivência de jogar finais de campeonato para setores do campo em que vale muito a experiência e a confiança dos defensores dentro de campo para intimidar o ataque adversário em suas investidas. O tricolor sofre gols muito bobos praticados por erros de jogadores juvenis.

A possibilidade de mudar o mando de campo para Pituaçu para o Bahia deve ser estudada com maior carinho pela diretoria tricolor. A Arena Fonte Nova não vem cumprindo as contrapartidas contratuais que o Bahia exigiu para jogar nesse estádio, assim como o tricolor não tem liberdade para jogar em estádios que poderia praticar um ingresso a custos menores para chamar seus torcedores da classe proletária. Torcedores que são muito mais identificados com o time e que estão se afastando do clube e o trocando por uma mesinha de bar com um transmissão de tevê regados a cerveja mais barata e a um custo de transporte zero.

Por isso, é preciso a diretoria responsavelmente voltar a colocar a cabeça para funcionar e rever suas políticas que fundaram essa gestão antes que seja tarde demais para trazer o Bahia para a primeira divisão do esporte nacional e voltar a conquistas títulos importantes. Não bastam, assim, superavits em contas do Bahia, um equilíbrio financeiro, é preciso também coragem para mudar e fazer diferente em que pese o grande pessimismo que tomou conta da torcida o Bahia nos últimos dois anos com perdas de campeonatos importantes e da tão sonhada ascensão ao futebol da elite nacional.

A torcida do Bahia aprendeu a vaiar as vaias

7 de abril de 2016

Ainda me lembro de um corneteiro que num jogo do Bahia contra o Botafogo-RJ pelo Brasileirão, talvez até torcedor do vice, que foi vaiado pela torcida ao se dirigir para a saída das arquibancadas quando o Bahia empatara o jogo. Ele estava indo embora quando o Bahia fez o gol, mas a torcida não deixou ele voltar. Esses senhores corneteiros vc identifica tb nos fóruns, na vida, enfim, em que por uma pretensão e perniciosidade acham que eles são a única certeza incorruptível que se pode confiar, gerando por consequência um absolutismo em suas sentenças quase em torno de sua obtusidade de inteligência.

Na verdade só podemos conjeturar hipóteses nas opiniões e nada mais que nossa própria ignorância. Por isso, quem sabe não grita, não precisa estrebuchar, mas aguarda oportunamente sua oportunidade de argumentar e contra-argumentar. Esta é uma lição dos grandes mestres, que por sua audácia e coragem conseguiram pelo silêncio muitas vezes convencer mais por suas atitudes que por gritos de louvores aos céus indiferente. Temos que concordar que quem arroga para se todo o direito de falar não pode estar preparada para ouvir ou concordar, então é melhor parar para escutar e até rir da paródia que vc pode escrever depois com esses tipos autocráticos e absolutistas. Não dá realmente para crer em que não te escuta, não te olha e nem sequer ouve a sua própria voz da consciência.

O Bahia e a defesa do regulamento

28 de março de 2016

O Bahia assumiu publicamente a defesa do Fla-Ba quando pretendeu a desclassificação do E.C.Vitória do campeonato diante de uma possível inscrição irregular do zagueiro Victor Ramos. Uma defesa que caberia ao próprio Flamengo de Guanambi na figura de seu presidente, uma vez que nem indiretamente o Bahia tem interesse na causa.

Consequentemente, o Bahia com a exposição pública do presidente em defesa do regulamento, esbarrará numa federação pró-Vitória de conhecido presidente que também é torcedor do rubro-negro, além de que o Leão tem na CBF/Rede Globo interesses econômicos muito fortes para que este continue a disputar o campeonato baiano.

O tricolor baiano pode ter razão na irregularidade apontada. Objetivamente está claro que Victor Ramos não podia jogar, porém o Direito não funciona através de equações com resultados exatos. A alegação do Bahia pode esbarrar numa estrutura política viciada ao defender o regulamento (Devemos esclarecer que o Bahia não precisa que o Vitória saia do campeonato através do tapetão, o Bahia tem time para vencer o rubro-negro).

É verdade, também, que o tricolor ao lançar publicamente a defesa do regulamento para excluir o Leão assume no imaginário popular que não tem time para vencer o rubro-negro e que procura através dos tribunais desclassificar o Vitória para não ter que enfrentá-lo. Por isso, a ação do Bahia poderia vir mais nos bastidores do futebol a auxiliar o Fla-Ba juridicamente para que o regulamento seja cumprido.

O Direito é bonito porque ele não se enquadra no mundo dos fatos, mas nas alegações de fatos. Nesse momento no encontramos numa possível ação do Fla-Guanambi para herdar a vaga do Vitória e deixar o rubro-negro fora do campeonato do nordeste. Uma causa que certamente o STJD terá que decidir, como nas outras vezes que desclassificou outros clube em favor do Vitória nas mesmas circunstâncias.

O caso Maxi Biancutti entristece-me e atordoa

22 de março de 2016

O perverso comportamento da diretoria do Bahia com Maxi Biancutti repercute entre os sócios do esquadrão. Afinal, pagamos nossa mensalidade de sócios do Bahia para ver nosso dinheiro entrando nos cofres do clube para manter um jogador que tem a experiência e o futebol de Maxi afastado? Ora bolas! Passou do momento de negociar o jogador. Então, por que manter Maxi indefinidamente recebendo seu salário?

A quem interessa essa situação de Maxi eu não sei, no entanto compreendo que a solução do “caso Maxi” passe pelas mãos do presidente que não me parece ser o único que tem o comando no E.C.Bahia. Existe algum diretor por fora que precisa se afirmar e não abre mão da saída de Maxi do Esquadrão. Não sei quem é o diretor que coloca o Bahia na situação de bom pagador para ver uma das suas contratações mais festejadas jogada de lado.

O bom-senso nos indica que Maxi não precisa mais provar que tem futebol. O que um jogador como Maxi precisa é de um espaço para que possa desenvolver seu futebol com tranquilidade. A cobrança ao jogador acima do que ele pode dar é uma irreal apreciação de fatos não devidamente esclarecidos e que continuam nas sombras do Fazendão. A torcida que paga o pato, ou melhor, os sócios que são patos e financia uma estrutura que não parece tão profissional quanto se acredita.

Quem paga o salário de Maxi sou eu e vc!

Vamos contratar presidente!

5 de março de 2016

Tem um grupo de comédia que dizia que não aceitaria entrar em clube que os aceitassem como sócio. Portanto, amigos, só tem maluco no Bahia!

E hoje somos um clube que mais louca possuem no Nordeste.

Assumimos que não chegamos nem perto da potência a que deveremos chegar quando voltarmos para o campeonato brasileiro de 1ª divisão, para o qual fomos predestinados, mas deveremos chegar na 1ª divisão em breve e matar a saudade de dar uma porradinha no Fla.

Quero crer, contudo, que a maluquice acabou com alguma lucidez na derrota contra o Orlando City. Pois, ficou claro que a defesa do Bahia é frágil e precisamos de peças de reposições.

Em tempo. Menino em campo não é jogador. São somente meninos!!!

Não adianta assim jogar um BaxVi sem zaga. O time do aterro atualmente sabe jogar nas fraquezas do nosso time.

Vamos contratar presidente!

O Bahia é maior que a Globo

18 de fevereiro de 2016

Meus confrades tricolores,

Hoje o Bahia e a comunidades de clubes do nordeste conquistaram uma autonomia com a rentável Copa do NE que implica uma não só conquista para um mercado antes tomado pelos clubes do sudeste, como também uma promessa de luta. Se eles tentaram barrar a Copa do NE, vão lutar para que nossos clubes continuem vassalos dos clubes sulistas. Por isso, essa luta para o Bahia assinar com o Esporte Interativo os direitos de transmissão de seus jogos via internet é uma questão de honra.

O atual formado de distribuição de rendas de transmissão de jogos feita pela Globo é imoral. Trata clube tradicionais como o Bahia, com grande torcida, como se fossem clubes amadores, que não possuem compromisso com sua torcida ávida por conquistas. Ao fazer isso a Globo desvaloriza as competições que transmite, não agrega mais valor e diversidade ao seu produto e distribui um produto falsificado pelas edições a torcedores que desavisados se deixar contagiar pela mídia vagabunda do sudeste que ignora nossa região.

É preciso então que os clubes se revoltem. Assim, o Bahia e outros clubes devem assinar com o Esporte Interativo que tem uma proposta mais justa para com os times que não fazem parte da máfia do eixo sul-sudeste. Se for preciso, como no caso da Copa do NE, batalharemos no campo jurídico lutando pela liberdade do consumidor e a livre concorrência que deve nortear as relações econômicas no Brasil. Essa luta, portanto, integra-se a uma busca por mais democracia nas telecomunicações e garantias aos clubes de serem tratados de forma isonômica diante das leis que na nossa constituição já não pode se dobrar aos interesses mesquinhos da Rede Globo.

Como torcedor e sócio vou apoiar meu clube se a Globo retaliar. Inclusive um jogo do Bahia foi marcado para o mesmo dia em que o tricolor estará jogando nos EUA. Um jogo contra o Galícia dia 9 que pode ser remarcado sem problemas, haja vista que o Esporte Interativo, a FBF e o próprio valor relativo de um jogo sem maiores atrativos de um campeonato estadual deficitário não pode ser motivo de empecilho para que o tricolor tenha que jogar no mesmo dia dois jogos. A exceção monopolista hoje no Brasil é a Rede Globo, que acha que manda no esporte brasileiro e impõe horários absurdos, e ainda insista em retaliar o Bahia por buscar seus direitos.

O tedioso campeonato baiano de Ednaldo

1 de fevereiro de 2016

O mini-campeonato baiano insosso de Ednaldo e cia. começou para mim. Senti um imenso tédio, típico sentimento burguês que vê espetáculos tristes, bisonhos, desmotivados, mas que sente uma impotência enorme para provocar uma revolução completa nessa zorra ultrapassada (mini-campeonato baiano) que me arvoro a comentar numa manhã de segunda-feira também tediosa. O Bahia agora jogará só daqui a 10 dias, campeonato baiano é típico torneio de zorra nenhuma para encher o saco do torcedor mais exigente.

O adversário sem estádio para jogar, com um elenco fraco, chegou até a me comover ao fazer o primeiro gol, mas logo o Esquadrão de Aço mostrou qual a razão de um campeonato baiano: times que jogam entre si para ver quem disputa a final contra o Bahia. Meu tricolor que carece ainda de zagueiros e um dia espera que seu time tenha zagueiros como um dia tivemos: Sapatão e Estavan Soares, por exemplo. A presença de um xerife (posto deixado por Titi) deveria ser prioridade do Bahia e sua diretoria parece que prefere fazer vistas grossas a um problema que começou desde a contusão de Ávine.

Parece até carma, pois ultrapassa 3 presidentes o problema defensivo do Bahia.Temos quase sempre ataques muito bons, com meios de campo razoáveis, e hoje um goleiro de série “A”, porém falhamos em não resolver logo laterais (virou até neurose na torcida). Temos metade de um time, do meio para frente, e esse bicho, semi-deus de outro planeta, super-herói de Cripton, não tem pernas para se defender, como um bicho mutilado. Esses times do Bahia sempre desequilibrados provocam-me rancor também. Uma ira santa de quem um problema crônico: nossa zaga e laterais.

Meu time que jogará em Miami, viu! Os abestados rubro-negros também poderão ver em Miami o Bahia jogar dia 20 com um damqueles times dos EUA que tem torcidas parecidas com plateia de auditório de televisão e rádio, quando aparece a placa eles vibram. Acho que eles, americanos, não sabem jogar bola e assistir futebol, não conseguem ficar sentado um tempo inteiro para assistir uma partida. Essa ´partida parece legar para colocar o Bahia internacionalmente como time que disputou três Libertadores.

Troladores e bocas-sujas

19 de novembro de 2015

Um amplo espectro do torcedor do Bahia se encaixa entre dois tipos: o trollador (fenômeno da internet) e o boca-suja. Essa parte da torcida não tem comroomisso com a associação, não sabe dialogar e nem tem capacidade política de impulsionar uma associação em massa da torcida com base na razão. O problema cultural existe e assistimos todo dia. A falta de educação na nossa Bahia e hábitos culturais patrimonialistas baseado no afeto e rixas pessoais estão em todos os segmentos sociais.

O Bahia não subiu, como prevíamos, mas nossa paixão não vai acabar. Hoje, o Bahia precisa de sócios e não de torcedores imediatistas. Sem apoio de seu associado, cuja aptidão para votar para presidente será testada daqui a 2 anos, não temos clube. Esse momento então é o que mais precisamos do associado, do tricolor apisoando e racional, pois os trolladores na internet e os bocas-sujas estão convencendo os demais a se desinteremssem do clube e a viver uma política infantil de xingamentos contra dês afetos sob a capa de grupos para se auto-afirmarem.

Análises críticas tem faltado, mas sobram ofensas e ameaças ao clube para que este sofra com a falta de novas receitas para associação. O clube já foi punido! O fato de fracassar nessa temporada traz consigo a obscuridade durante todo o ano nacionalmente. Enquanto o Botafogo e o Santa poderão realizar novos negócios e patrocínios com a exposição que terão na série “A”, o Bahia terá que se contentar com uma receita infierior devido a um fracasso anunciado no meio da série “B” quando instalaram no tricolor uma política no futebol completamente equivocada.

Quero ver os tricolores deixarem a capa da “trollagem” na internet e partirem para uma fase madura com a boca limjjpa e consciência acima dos interesses mesuinhos que assombram o tricolor. O Bahia não pode viver somente de um torcedor passional e infantil apegado somente em conquistar uma “boquinha” no clube para interesse pessoal dos seus. O tricolor deve ir além da fase denominada por Freud como anal, devido a uma má relação do cidadão com o banheiro, e criar em torno de si mais amigos que “parças”, mais solidariedade que rixas.

O santinha nos deu uma lição

16 de novembro de 2015

Vou desde logo pontuar uma lição que o Santinha me deu e a todos nós que amamos a música e as mulheres. Futebol é essencialmente paixão como a música e as mulheres.

Não há futebol com somente salários em dia, pois a paixão no futebol é o que o movimenta. Os jogadores apenas utilizam a razão para fazer o que o treinador pede, mas é a paixão que manda. Mas, como mensurar a paixão?

Posso dizer de camarote aqui de Recife: O santinha assim como bahêa é obra também de uma paixão maravilhosa, mas que sua chama brilha mais que a do Bahia faz algum tempo. Por quê? Quem acompanhou o campeonato pernambucano sabe o que digo.

O Santa tem uma folha 5 vezes menos que a do Sport e 4 vezes menor que a do Bahia, mas o Santa foi tri-campeão pernambucano recentemente com todas essas limitações financeiras e é o atual campeão pernambucano. O que no Santa, no âmbito interno do clube, sobra e estimula sua torcida?

1- O comprometimento dos jogadores e a beleza de humildade de sua torcida que se identificam. A paixão e entrega em campo são fundamentais para o clube, não sobra isso no Santa. Não são melhores que os jogadores do Bahia, mas em paixão são maiores, são semi-deuses. Eles se identificaram com a torcida humilde do Santa, uma torcida fundamentalmente formada do proletariado.

2- O Bahia tem que esquecer o elitismo. Manda a Fonte Nova pra casa do k… Perdoe-me o exagero. Mas o Bahia é o time do povo e não pode ter públicos de 17 mil de média. Há de se fazer algo.

3- Gostaria muito de ver esses ideais plantados no coração do presidente, se ele tivesse mais peito ia até o final contra a Arena. O dinherismo não vai salvar o Bahia, mas a paixão de sua valorosa torcida.

O Bahia e a teoria da evolução

15 de novembro de 2015

A gente espera que as coisas melhorem, as experiências sejam somadas, as lições dos erros aprendidas, enfim,  os esforços sejam todos para um único fim de superar os obstáculos.

Esperamos que com a ajuda da ciência, da estatística, possamos controlar a natureza. Usamos da psicologia, temos máquinas que fazem coisas melhores que a gente. Com tudo isso ao nosso dispor sobra uma coisas que não consiguimos mudar: a erraticiade da humana relação homem e vaidade em sua prepotência.

Alertas, avisos, e-mails, correio, mas o homem quando não quer ouvir não ouve uma mensagem que parecia clara para a maioria da torcida: “Bota Pitoni”, “contrata um lateral”, “a defesa e o goleiro são ruins” e etc. Mas, contra todas as evidências os dogmáticos da teoria da involução conseguiram ser destruir um time formado na Copa do NE pronto para a disputa do braieiro.

Na suprema arrogância desconsideraram a importância de Titi (a base resolveria sempre para eles), desconsideraram a boa fase de Pitoni e sua experiência (Yuri dá de 10 a 0 e é BASE para eles), desconsideraram a experiência de Souza, Maxi e Raal para botar meninos sem experiência em baianos, desconsideraram a lateral com a experiência de Apodi e Tony para colocar meninos da base.

Enfim, encheriam o time de meninos da base como uma crença, um dogma, embora as evidências da estagnação do time e a sua descarectarizacao ficassem patentes. Para eles a mediocridade da competição parecia que era inevitável o Bahia subir.

A omissão do presidente e a intensidade com que erravam a cada nova contratação ficou escancarada para a torcida. A torcida continuou a torcer porque seu time é o Bahia e não o time que escalamos e desejos como amante do Bahia.

Mas, chegando a duas rodadas do final estamos esgotados. Ninguém aguenta mais ver a incompetência de pessoas que deviam justificar nossa fé.

Ficaremos mais um ano na série “B” poor causa da incompetencia, não em razão de que os outros times são melhores, essa é minha sensacao e desabafo.

Que todos continuem associados, pois podemos tirar o cara de lá ao final do mandato.


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