O Bahia de Bruno Paulista é o tricolor real

6 de agosto de 2015

O caso da cessão dos direitos de Bruno Paulista que agora não é mais jogador do Bahia se insere num fenômeno mais amplo que nem o presidente do Bahia quando era jornalista não atinava: a falta de estrutura dos clubes de futebol do Brasil. O Bahia e outros clubes do Brasil ( com raras exceções) só podem financiar seus times principais se “queimarem” jogadores da base em formação para clubes europeus. Os clubes, assim, para financiarem seu futebol e nosso divertimento precisam cada vez mais cedo rifar jogadores promissores que antes só saíam do clube com mais títulos no seu clube formador e também mais velhor.

É muito triste que assim seja com o Bahia, pois a ideia ambiciosa é evitar que esse fenômeno do futebol moderno não aconteça com um grande time como o Bahia. Mas, o presidente não poderia evitar mesmo que quisesse. Manter Kieza e outros salários em dia exige uma engenharia financeira sofisticada, além de pensar na estruturação do clube para um futuro promissor. Inegável que é lamentável que assim aconteça com o Bahia, mas é uma realidade em que o Bahia se encontra. Sabemos que o endividamento do Bahia em causas trabalhistas em acordos firmados com a justiça do trabalho, por isso o Bahia agora paga seus salários em dia e não deixa compromissos firmados hoje para outras administrações.

Recentemente, o Sport-PE se desfez de um patrimônio de seu clube, o jogador Joelinton, para o futebol alemão, pela metade do que foi cedido por Bruno Paulista para o futebol português. A necessidade do Sport em manter-se na série “A” foi imperativa para que sua torcida compreendesse a situação. No entanto, na Bahia, mais precisamente com o Bahia, isso se transformou para alguns torcedores em um caso de grande comoção. Eu entendo que Bruno é um jogador realmente diferenciado e que na série “A” poderia ser cedido pelo triplo que está indo para o Sporting Lisboa, mas não tem jeito por enquanto de Bruno ficar no Bahia, e antes dessa negociação ser fechada sabíamos que mais um jogador da base iria embora muito cedo.

Hoje, continuo ajudando meu clube como sócio e torcedor. Não perco minha fé de que ainda poderemos financiar nosso futebol com recursos dos associados e patrocinadores sem “queimar” jogadores promissores da base. Espero, sem qualquer esperança, na verdade está acontecendo, que o Bahia finalmente venha a estruturar-se com a mesma força que a nova lei que foi sancionado pela presidente nos impõe: salários em dia com o trabalhador e dividas zeradas com o estado. Assim, poderemos crescer com tranquiliade e evitar que o Bahia venha a sofrer mais no futebol. Todos lembram o que não queremos no Bahia e pelo menos quanto a isso estamos concordoando.

Queima lîngua geral no Frasqueirão!

1 de agosto de 2015

O Bahia que entrou em campo hoje antes de começar a partida, na escalação, pareceu provocar uma fúria em mim que quase me embriago. Levei ao extremo de desligar o celular e não conversar mais com ninguém.

Tirar Maxi?! Colocar Alexandro?! E continuar com Pitoni fora de campo?! Parecia que entávamos perdidos. E o tricolor estava mesmo nervoso. Por pouco não fez nosso zagueiro um gol contra. Chutões e muitas faltas deixavam o jogo feio!

Até que num cruzamento na área apareceu Alexandro. Finalmente, algo que estava na cabeça do nosso treinador mostrava sua arma em campo. Até então ninguém entendia a preferência por Alexandre, que foi rejeitado pelo futebol turco.

E o jogo continuou com um lindo gol de Souza. Jogada de talento em que ele bate na diagonal bem no canto do goleiro. Jogador que para mim, hoje, jogou seu melhor futebol junto com outra surpresa, Tony. O lateral tricolor jogou muito bem e foi um dos destaques da partida.

Quero destacar também, por justiça, o futebol de Alexandro. Ele foi fundamental nesse jogo. Conhecemos agora sua virtude na bola aérea e seu bom posicionamento na Área, apesar de todo desengonçado quando corre e mais folclórico quando fala aos microfones. Um rapaz de origem muito humilde que parece o rosto de nossa torcida sofrida.

O que fazer depois da derrota para o Santa?

29 de julho de 2015

Agora precisamos é pensar como chegamos a perder do Santa. Perdemos para o Crícíúma, Bragantino e agora o Santa. Times que estavam bem atrás do Bahia e até na zona de rebaixamento para a série “C”. Tivemos uma sequêncida de derrotas e empates: Cricíúma, Payssandu (desclassificados), empate em casa contra o Botafogo e agora essa derrota contra o Santa. Há claramente sinais dentro desse time do Bahia que nos pedem muito atenção para que os comandados de Sérgio Soares e ele possam solucionar esse baixo rendimento.

O Bahia que ostenta jogadores de série “A”, plantel muito caro, mas folha de pagamento em dia. Trouxemos ídolos de outros torcidas, como: Leo Gamalho, Maxi e Kieza. Com esse elenco comparado com o Santa era para ganharmos o jogo e até golearmos. Ouvi isso de torcedores pernambucanos! Porém, até esse momento, o rendimento do nosso time está abaixo da crítica ostentando uma 7ª posição. Muito pouco para o Bahia e para quem almeja alguma coisa nessa competição em que sobreviverão somente 4 times.

Nessa mesma rodada, no ano passado, estavam entre os quatro o Ceará, o Vasco, o Avaí e o Luverdense. Coincidentemente, a Ponte Preta com quase a mesma pontuação do Bahia mudou de técnico e conseguiu uma arrancada espetacular. Não quero dizer com isso que Sérgio Soares deva sair para dar lugar a outro técnico para o time reagir. O que quero enfatizar é que o técnico do Bahia precisa se definir quanto a um time principal e apostar na experiências de sucessos que teve no primeiro semestre. Parar de fazer “experimentos”!

Tirar nosso principal armador e com números excelentes no campeonato, Pitoni, nosso maestro, para mim é como jogar para o adversário ganhar. Pitoni é o jogodor mais regular em todas as partidas, oscila muito pouco, tem passes precisos e lançamentos quase perfeitos. Não há uma explicação razoável para Sérgio Soares sacar Pitoni do time, a não ser que ele estivesse contundido. Está na hora, portanto, de Pitoni voltar e jogar ao lado de Souza assim como também Gamalho voltar a formar com Maxi e Kieza o trio ofensivo. Colocar Alexandro como centro-avante fora de forma é uma gozação com a nossa torcida.

Vou aguardar uma reação do Bahia contra o ABC. É a única coisa que nos resta. Não dá para passar a mão na cabeça de quem precisa ser cobrado por suas incoerências e teimosia. Sérgio Soares pode estar jogando todo um trabalho bem feito pela janela. Ele não voltará com Gamalho, não voltará com Pitoni, talvez, por isso vou aguardar o desfecho final sem tanto estresse. Os erros são evidentes e não vejo solução fácil. Entre o medo e a esperança é que não ficarei. Quero o melhor em campo!

PS.: Muitas informações valiosas obtive com a embaixada frevo tricolor, inclusive a foto.

A torcida do Bahia precisa acordar!

29 de julho de 2015

Fui ver o jogo hoje, no Arruda. Moro em Recife faz algum tempo, mas não perco minhas referências de minha cultura baiana e o amor por meu Bahêa.

A verdade é que o Bahia perder para um time pernambucano poucas vezes vi aqui na capital pernambucana.

Mas, ao sair do Arruda, hoje, saí com um sentimento de quem perdeu a fé no Bahia de Sergio Soares faz alguns jogos e definitivamente, hoje, só clamo uma coisa: reaja torcida e cobre de Sérgio a saída do time de nosso melhor jogador, Pitoni!

Perdemos do Criciúma, perdemos do Payssandu, empatamos com o Bota e agora foi o Santa a nos vencer. Porém, para muitos torcedores, parece que Sérgio Soares é um papa e goza do princípio de infalibilidade no tricolor.

Os erros de fundamentos na defesa, substituições equivocadas, a queima de Gamalho com a torcida, enfim, eu não entendo a apatia de nossa torcida com o Bahia caindo pelas tabelas.

Está hoje a torcida do Bahia necessitada de um choque de realidade para acordar. Perder do ABC será que vai fazer a torcida acordar?

Não desejamos isso. O Bahia de Sergio Soares precisa voltar a ser coerente com o time que ele mesmo encontrou durante a Copa do Nordeste e o baiano. Chega de experimento!!!

Bahia: democracia sem relativismo

29 de junho de 2015

Fiquei preocupado com uma opinião no blog futebolbahiano.com sobre a democracia. O missivista a colocava no mesmo patarmar de qualquer ditadura “competente” com várias ressalvas em relação a competência dos presidentes eleitos pelo voto do sócio. Ainda o conterrâneo rubro-negro omitiu atributos que numa democracia deixou o missivista rubro-negro de explicar para o seu torcedor. Nós, tricolores, devemos perdoar esse pobre torcedor iludido por oligarcas que esvaziam conceitos tão caros e atributos que toda democracia tem em vantagens contra ditaduras, por mais que aparentemente apresentem-se como virtuosas. Vou dar, assim, uma pincelada em alguns conceitos filosóficos e também colocar juízo nos eternos iludidos anti-democratas rubro-negros e tricolores.

Em primeiro lugar cabe esclarecer a diferença entre relativo e relativismo. O primeiro parte de um valor para compararmos somente aspectos de um dado objeto sem tirar-lhe a identidade, enquanto o segunto iguala todos os aspectos do objeto ao termo do outro comparado para fazer parecer que fala da mesma coisa. O problema do relativismo é própío do pós-modernismo que entende a impossibilidade de abstrairmos ideias universais e válidas para formamos conceitos bem claros sobre o melhor modo de sabermos que a transparência é o melhor meio de controle de uma administração num clube de futebol e que grupos representados no conselho proporcionalmente num estatuto democratizado garante estaturiamente os mecanismos de controle ao sócio, único poder realmente num clube de futebol.

Por isso, é possível saber que existem meios seguros de tirarmos conclusões válidas e universais para toda a cultura esportiva sem cairmos no consequencialismo dos resultados imediatos. A experiência e a reflexão de valores no informam que a participação do sócio cobrando resultados numa democracia de forma autônoma ou através de seu conselho proporcional com as chapas envolvidas nas eleições nos garante que o “cabresto” e a omissão dos “amigos” passe longe de um clube transparente. Assim, a cada dia a cultura do desamando e dos resultados imediatos vai desaparecendo para criamos uma cultura de amor a instituição mais controlada contra qualquer desmando das funções dos administradores temporariamente legitimados para conseguir realizar os fins da agremiação esportiva.

Pois, meu nobre conterrâneo rubro-negro, venho experimentado a democracia no Bahia de Recife e viajando ocasionalmente para Salvador, como aconteceu nesta última assembleia que participei para aprimorar e legitimar decisões importantes que dão aprimoramento a uma democracia pujante como é a do tricolor de aço. Nessa última assembleia ampliarmos, com o mecanismos do voto “on-line”, a participação dos sócios além das fronteiras da região metropolitana de Salvador. O sócio do Bahia finalmente vence através dos mecanismo da internet a distãncia e estará presente para voltar-se às decisões do seu clube e assim ajudando o Bahia a conquistar novas etapas de seus planos de sócios. O Bahia, hoje, é uma força nacional como o Inter ou Grêmio, exemplos de associação e democracia na nossa cultura futebolística.

As novas “velhas” oligarquias atacam a democracia no Bahia

21 de junho de 2015

A pretensão da democracia é por demais altiva, mas ainda inicial e com conselheiros autoritários surgem grupelhos atentando contra a expansão do associacionismo, ao mesmo tempo que divagam entre a mesquinhes de seus pobres espíritos cheios de ciúme pelo sucesso da atual diretoria e de um empreendimento muito maior que suas mentes encurraladas em projetos pessoais. A  expansão do associado do Bahia para novos horizontes, o que já aconteceu com outros grandes times brasileiros como o Inter e o Fla, é inevitável e com votação “online”.

Como elixir para recusar os ímpetos autoritários de parte do conselho, a Bahia e a torcida do Bahia começam a ver quem são esses grupos, a quem eles respondem e quais seus objetivos, quais sejam: impedir que o clube se torne um clube da torcida, filtros para tornar o clube de poucos oligarcas com seus empresários cheios de pretensões pessoais e sem o desapego que o amor a uma instituição como o Bahia merece. O que ocorre hoje com essa politicagem de parte do conselho vai além assim de uma simples reação a expansão do associado para fora de Salvador, ela é também um atentado contra o Bahia, contra a liberdade de associação e o exercício do direito de voto para todos.

Cerca-los e dizer os seus jogos de poder é uma tarefa de todo tricolor. Não podemos baixar a cabeça com tricolores que possuem uma visão equivocada dos direitos do associado e querem submeter o sócio a filtros em uma bolha cheia de vaidade, ganância e pouco amor. Resta-nos levantar as bandeiras da virada tricolor contra o personalismo oligárquico de alguns que pensam que o Bahia tem ainda dono como outrora fora. Felizmente, hoje, o Bahia é da torcida, não há mais espaço para tricolores com sentimentos que vão de uma infantilidade enorme a um ciúme pelo sucesso da administração atual.

O dilema do Bahia com Jeanzinho

18 de junho de 2015

Jean, goleiro da seleção brasileira sub-20, está prestes a se tornar campeão pela seleção brasileira. Um título para a carreira do garoro que marcará sua trajetória profissional para sempre e também orgulhará a nação tricolor da Bahia. Inegáveis são as qualidades do garoto, como também seu forte “pedigre”. Ainda que isso possa parecer algo irrelevante para muitos diante do talento do goleiro titular do Bahia, hoje Jean é uma quase unanidade na mídia até internacional, onde geralmente o marketing atua com grandes lucros.

Todavia, sem negar as qualidades do goleiro titular do Bahia na Copa do NE, inegável também que Jean foi o maior responsável pela perda do título regional, assim como levou gols defensáveis e até um “frango” que não deixará saudade a qualquer tricolor que torce mais pelo Bahia que a seleção brasileira. Torcedor do Bahia nesse ponto é uma obra de ressentimento, mas também de um aviso a quem conhece o futebol: Jean jogou poucos jogos pela seleção, um torneio sub-20, com jogadores em formação, portanto não adianta forçar a torcida do Bahia a querer Jean como titular de um time que hoje tem em Douglas Pires seu melhor defensor.

Por isso, a torcida do Bahia não pode deixar o “marketing” esportivo ter a última palavra quando Jean voltar da seleção com todo o seu poder de influência entre jornalistas e empresários todos amarrados uns nos outros. O futebol não é somente negócio! Um goleiro ainda jovem promissor não é um goleiro pronto. Isso é indicutível! Não vamos nos deixar ludibriar pelos cantos das sereias das várias feiticeiras dos rádios e tevês ávidas por criar ídolos para poder vender seu produto sem consultar ou informar o torcedor sobre todos os lados quando se trata da formação de um atleta.

Parabéns, Jean!

O Bahia “corinthianizou” seus resultados?

8 de junho de 2015

Muitas semelhanças entre o Bahia e o Corinthians do começo do campeonato.

Todos os dos dois times eram “os fodões’, mas agora no sábado o tricolor perde para o penúltimo do Brasileiro, enquanto o time paulista para um inexpressivo time paraguaio perdia lá atrás. Podemos, contudo, fazer a diferença e não cair como o time paulista.

O próximo jogo será um divisor de aguas! Um triunfo sobre o Ceará nos coloca na briga pelo G4 e nos dá novo ânimo. Vamos duelar com valor, não como se o Bahia fosse um time desesperado para ganhar de qualquer maneira.

Alguns fatores para a diminuição das performances do grupo: A ansiedade do grupo, excesso de cobranças, o título, a exposição midiática, muita coisa nova nas cabeças dos jovens talentos lançados para a fama com os saltos altos e etc. Está na hora de um ajudar o outro!

Cadê a sobriedade para vencer com propriedade, Bahia? O tricolor não são estrelas em campo. O forte desse time é o coletivo! Cobrar melhores “perfomances” e também incentivar uns aos outros é preciso.

Cadê a sinergia entre os atletas?

A recuperação psicológica do grupo é essencial para as próximas partidas. O que vimos? Cada um tentando resolver sozinho a peleja. Não vai adiantar cavar penais, desespero, implicar com a arbitragem. Agora é buscar o melhor para o grupo.

“Um por todos, e todos por um” – Era o lema da união de uma nação para uma revolução por mais igualdade.

O Bahia deve pensar num plano “B”

28 de maio de 2015

O tricolor vem despertando a atenção de muitos times que não conseguem fazer gols. A cobiça por goleadores é grande mercado, mas este tem pouca oferta. O jeito dos clubes é desestabilizar outros clubes que estão com seus goleadores em alta como o Bahia.

Aqui em Recife despertaram a atenção Léo Gamalho e Kieza. Recentemente, dois amigos torcedores do Sport ligados a pessoas influentes me confidenciaram o eterno interesse do Sport nos dois atacantes do Bahia. Se não bastasse isso o Olímpia, segundo a imprensa baiana, tem interesse em Maxi.

O que interessa para nós tricolores baianos é que Léo Gamalho tem contrato com nosso tricolor. Já Kieza tem contrato só até final de junh e acho difícil ficar. Aliás, numa das partidas tranmitadas para cá, Sport x Bahia, o comentarista elogiou a diretoria tricolor que foi atrás de Kieza e trouxe o jogador pro Bahia. Segundo outro comentarista de uma rádio, eles dissera não se justificar Kieza jogar a segunda divisão pelo Bahia podendo jogar a 1ª pelo Sport.

Minha atenção toda agora vai para minha querida torcida tricolor. Vamos nos associar! Não podemos ver nossos jogadores serem cobiçados e ficarmos assistindo o elenco se desmantelar.

Para rá a direção tricolor e aos conselheiros, eu os desafio a trabalhar ainda mais forte para encontrar um patrocinador que abrace esse projeto maravilhoso que começa a empolgar todo o Brasil. Os números do Bahia são impressionantes esse ano e temos tudo para conquistar mais mercado.

Salve, Maxi!

18 de maio de 2015

Como muito bem anunciado aqui por Felipe hoje o Bahia tem um novo protagonista: Maxi. A função de chamar e organizar a assistência para o colega e também finalizar ficou bem clara para o atacante do esquadrão no segundo-tempo de jogo. É verdade que Maxi no primeiro-tempo contra o Mogi ainda foi o jogador mais individualista, mas na volta do vestiário o jogador do Bahia assimilou bem as instruções do seu treinador e desempenhou magistramente a função de organizar as jogadas ofensivas do Bahia. Mérito para o argentino que incrivelmente passou pelo seu inferno no mesmo clube que agora brilha com toda a justiça.

Um dado relevante do tricolor para os próximos jogos é a rápida recuperação do atacante Kieza, como também vale destacar o entrosamento e o ótimo futebol do paraguaio Pitoni e Souza. Faz muito tempo que o futebol baiano não vê meias técnicos e marcadores também desempenhando tão bem ambas as funções com tanta proficiência. Souza, que ainda não se aclimatou em Salvador, prefere morar em Recife, mas que logo amará nossa cidade como se fora a sua própria cidade. Já Pitoni, no Lounge, ao final do jogo parece que com sua família está em casa.

O próximo jogo do tricolor é contra o time do Mato Grosso. O Bahia não pode vacilar contra times desconhecidos a exemplo do Corinthians que era fraco-favorito contra um time paraguaio. O tricolo deve entrar com seu time titular para classificar para a próxima fase sem dar chances ao advsersário de crescer na partida. Não existe mais hoje inocência no futebol, todos conhecem o jeito do Bahia jogar e podem armar uma surpresa para o esquadrão caso o tricolor não se prepare. O foco deve estar totalmente na partida de quartar quando deveremos enfrentar um time que vem para jogar nos contra-ataques.

E viva a revira-volta de Maxi no futebol! Eu ficaria muito triste de ver o futebol de Maxi ser a foto do rebaixamento do campeonato nacional do ano passado. Hoje, recuperado, Maxi é um jogador decisivo para o Bahia como um dos protagonistas. E com a volta de Kieza ao time com seus gols colocará o Bahia de volta aos jogos nos dias de domingo. Como é difícil os dias de domingo sem o Bahia! Bahia é time de primeira-divisão, nunca poderia ser rebaixado. Um time como a Chapecoense só faz número na primeira divisão. Aposto que será o último colocado do campeonato nacional.


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