O tedioso campeonato baiano de Ednaldo

1 de fevereiro de 2016

O mini-campeonato baiano insosso de Ednaldo e cia. começou para mim. Senti um imenso tédio, típico sentimento burguês que vê espetáculos tristes, bisonhos, desmotivados, mas que sente uma impotência enorme para provocar uma revolução completa nessa zorra ultrapassada (mini-campeonato baiano) que me arvoro a comentar numa manhã de segunda-feira também tediosa. O Bahia agora jogará só daqui a 10 dias, campeonato baiano é típico torneio de zorra nenhuma para encher o saco do torcedor mais exigente.

O adversário sem estádio para jogar, com um elenco fraco, chegou até a me comover ao fazer o primeiro gol, mas logo o Esquadrão de Aço mostrou qual a razão de um campeonato baiano: times que jogam entre si para ver quem disputa a final contra o Bahia. Meu tricolor que carece ainda de zagueiros e um dia espera que seu time tenha zagueiros como um dia tivemos: Sapatão e Estavan Soares, por exemplo. A presença de um xerife (posto deixado por Titi) deveria ser prioridade do Bahia e sua diretoria parece que prefere fazer vistas grossas a um problema que começou desde a contusão de Ávine.

Parece até carma, pois ultrapassa 3 presidentes o problema defensivo do Bahia.Temos quase sempre ataques muito bons, com meios de campo razoáveis, e hoje um goleiro de série “A”, porém falhamos em não resolver logo laterais (virou até neurose na torcida). Temos metade de um time, do meio para frente, e esse bicho, semi-deus de outro planeta, super-herói de Cripton, não tem pernas para se defender, como um bicho mutilado. Esses times do Bahia sempre desequilibrados provocam-me rancor também. Uma ira santa de quem um problema crônico: nossa zaga e laterais.

Meu time que jogará em Miami, viu! Os abestados rubro-negros também poderão ver em Miami o Bahia jogar dia 20 com um damqueles times dos EUA que tem torcidas parecidas com plateia de auditório de televisão e rádio, quando aparece a placa eles vibram. Acho que eles, americanos, não sabem jogar bola e assistir futebol, não conseguem ficar sentado um tempo inteiro para assistir uma partida. Essa ´partida parece legar para colocar o Bahia internacionalmente como time que disputou três Libertadores.

Troladores e bocas-sujas

19 de novembro de 2015

Um amplo espectro do torcedor do Bahia se encaixa entre dois tipos: o trollador (fenômeno da internet) e o boca-suja. Essa parte da torcida não tem comroomisso com a associação, não sabe dialogar e nem tem capacidade política de impulsionar uma associação em massa da torcida com base na razão. O problema cultural existe e assistimos todo dia. A falta de educação na nossa Bahia e hábitos culturais patrimonialistas baseado no afeto e rixas pessoais estão em todos os segmentos sociais.

O Bahia não subiu, como prevíamos, mas nossa paixão não vai acabar. Hoje, o Bahia precisa de sócios e não de torcedores imediatistas. Sem apoio de seu associado, cuja aptidão para votar para presidente será testada daqui a 2 anos, não temos clube. Esse momento então é o que mais precisamos do associado, do tricolor apisoando e racional, pois os trolladores na internet e os bocas-sujas estão convencendo os demais a se desinteremssem do clube e a viver uma política infantil de xingamentos contra dês afetos sob a capa de grupos para se auto-afirmarem.

Análises críticas tem faltado, mas sobram ofensas e ameaças ao clube para que este sofra com a falta de novas receitas para associação. O clube já foi punido! O fato de fracassar nessa temporada traz consigo a obscuridade durante todo o ano nacionalmente. Enquanto o Botafogo e o Santa poderão realizar novos negócios e patrocínios com a exposição que terão na série “A”, o Bahia terá que se contentar com uma receita infierior devido a um fracasso anunciado no meio da série “B” quando instalaram no tricolor uma política no futebol completamente equivocada.

Quero ver os tricolores deixarem a capa da “trollagem” na internet e partirem para uma fase madura com a boca limjjpa e consciência acima dos interesses mesuinhos que assombram o tricolor. O Bahia não pode viver somente de um torcedor passional e infantil apegado somente em conquistar uma “boquinha” no clube para interesse pessoal dos seus. O tricolor deve ir além da fase denominada por Freud como anal, devido a uma má relação do cidadão com o banheiro, e criar em torno de si mais amigos que “parças”, mais solidariedade que rixas.

O santinha nos deu uma lição

16 de novembro de 2015

Vou desde logo pontuar uma lição que o Santinha me deu e a todos nós que amamos a música e as mulheres. Futebol é essencialmente paixão como a música e as mulheres.

Não há futebol com somente salários em dia, pois a paixão no futebol é o que o movimenta. Os jogadores apenas utilizam a razão para fazer o que o treinador pede, mas é a paixão que manda. Mas, como mensurar a paixão?

Posso dizer de camarote aqui de Recife: O santinha assim como bahêa é obra também de uma paixão maravilhosa, mas que sua chama brilha mais que a do Bahia faz algum tempo. Por quê? Quem acompanhou o campeonato pernambucano sabe o que digo.

O Santa tem uma folha 5 vezes menos que a do Sport e 4 vezes menor que a do Bahia, mas o Santa foi tri-campeão pernambucano recentemente com todas essas limitações financeiras e é o atual campeão pernambucano. O que no Santa, no âmbito interno do clube, sobra e estimula sua torcida?

1- O comprometimento dos jogadores e a beleza de humildade de sua torcida que se identificam. A paixão e entrega em campo são fundamentais para o clube, não sobra isso no Santa. Não são melhores que os jogadores do Bahia, mas em paixão são maiores, são semi-deuses. Eles se identificaram com a torcida humilde do Santa, uma torcida fundamentalmente formada do proletariado.

2- O Bahia tem que esquecer o elitismo. Manda a Fonte Nova pra casa do k… Perdoe-me o exagero. Mas o Bahia é o time do povo e não pode ter públicos de 17 mil de média. Há de se fazer algo.

3- Gostaria muito de ver esses ideais plantados no coração do presidente, se ele tivesse mais peito ia até o final contra a Arena. O dinherismo não vai salvar o Bahia, mas a paixão de sua valorosa torcida.

O Bahia e a teoria da evolução

15 de novembro de 2015

A gente espera que as coisas melhorem, as experiências sejam somadas, as lições dos erros aprendidas, enfim,  os esforços sejam todos para um único fim de superar os obstáculos.

Esperamos que com a ajuda da ciência, da estatística, possamos controlar a natureza. Usamos da psicologia, temos máquinas que fazem coisas melhores que a gente. Com tudo isso ao nosso dispor sobra uma coisas que não consiguimos mudar: a erraticiade da humana relação homem e vaidade em sua prepotência.

Alertas, avisos, e-mails, correio, mas o homem quando não quer ouvir não ouve uma mensagem que parecia clara para a maioria da torcida: “Bota Pitoni”, “contrata um lateral”, “a defesa e o goleiro são ruins” e etc. Mas, contra todas as evidências os dogmáticos da teoria da involução conseguiram ser destruir um time formado na Copa do NE pronto para a disputa do braieiro.

Na suprema arrogância desconsideraram a importância de Titi (a base resolveria sempre para eles), desconsideraram a boa fase de Pitoni e sua experiência (Yuri dá de 10 a 0 e é BASE para eles), desconsideraram a experiência de Souza, Maxi e Raal para botar meninos sem experiência em baianos, desconsideraram a lateral com a experiência de Apodi e Tony para colocar meninos da base.

Enfim, encheriam o time de meninos da base como uma crença, um dogma, embora as evidências da estagnação do time e a sua descarectarizacao ficassem patentes. Para eles a mediocridade da competição parecia que era inevitável o Bahia subir.

A omissão do presidente e a intensidade com que erravam a cada nova contratação ficou escancarada para a torcida. A torcida continuou a torcer porque seu time é o Bahia e não o time que escalamos e desejos como amante do Bahia.

Mas, chegando a duas rodadas do final estamos esgotados. Ninguém aguenta mais ver a incompetência de pessoas que deviam justificar nossa fé.

Ficaremos mais um ano na série “B” poor causa da incompetencia, não em razão de que os outros times são melhores, essa é minha sensacao e desabafo.

Que todos continuem associados, pois podemos tirar o cara de lá ao final do mandato.

O Bahia de Charles pede passagem

17 de outubro de 2015

O Bahia partiu para São Paulo levando consigo uma torcida que nesse segundo semestre merece um alívio com o acesso à série “A”. O time de Charles em caso de vitória contra o Oeste ressuscitará o tricolor na competição. O ambiente no Fazendão esteve mais leve com a presença do técnico baiano comandando os jogadores. Souza é um importante termômetro desse momento ao declarar que está mais motivado com o novo treinador.

Souza e Kieza, sem dúvidas, são os melhores jogadores do Bahia. Podem jogar em qualquer time de série “A”. Eles, por isso, mais estabilizados e emocionalmente presentes para jogar, são fundamentais para os planos de Charles. O ídolo trickor, Bicamepeão nacional, percebeu que não tem o Bahia melhor meio-campo que Souza e na frente Kieza, sem a missão de defender um técnico confuso para a torcida, devem render o que se espere de dois grandes jogadores.

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O Bahia está mais unido do que nunca

Todos os tricolores partes do processo de democratização numa reunião com a diretoria executiva do clube foram ao Fazendão colocar suas dúvidas, encontrar soluções e mostrar ao Presidete que ele não está sozinho. Antes, Marcelo Santana parecia isolado, sem conseguir passar sua mensagem é os torcedores sem fazer valer a sua voz. O Bahia assim começa na prática, além das formalidade de uma constituição democrática, a viver um espírito de igualdade entre os tricolores a fim de sair dessa visão hierarquizara de que somente a diretoria executiva tem as soluções para os problemas que afligem a todos nós tricolores.

Hoje, com esse espírito renovado o Bahia entraráem campo. Respeitando o adversário, mas sendo o Bahia que todos nós queremos: todos com um único objetivo, mais título de glória.

O ano dos 12 erros do presidente do tricolor

7 de outubro de 2015

1- Alimentou a ambição da torcida em demasia pelo título nacional e com jogadores que nunca viu jogar. Seria melhor trabalhar com Ananias, Hélder e cia. (Desculpável)

2- Segurou Sergio Soares contra tudo e todos. Perdeu a confiança da torcida. (Indesculpável)

3- Viu Titi, capitão do time e principal líder do grupo e da defesa, sair e não fez nada. (Indesculpável)

4- Aceitou a pressão dos imediatistas torcedores sobre Gamalho e Tony sem tentar conversar com a torcida sobre a importância destes para o restante do campeonato. (Indesculpável)

5- Alexandre Farias parecia ser o dono do futebol do Bahia. Numa espécie de venda, troca e permuta no departamento de futebol que mais parecia um mercado instalado no Fazendão. (Imperdoável)

6- O presidente mostrou pouca capacidade de suportar criticas. (Perdoável)

7- Se fechou para a torcida e não apareceu nas horas ruins. (Perdoável)

8- Quis demonstrar confiança quando já não tinha mais no trabalho de SS e se apegou em números frios do 1. semestre. (Indesculpável)

9- Abdicou de ser o líder de seus sócios e torcida para ser representação de suas ideias incipientes. ( Indesculpável)

10- Parece muito com alguns presidentes de clubes autoritários, embora não o seja, quando se afeta pelo poder do cargo e deixa de lado pessoas que poderiam ajudá-lo. (Desculpável)

11- O objetivo principal do time é ascender, e ficar na série “B” significa manchar as tradições desse grande clube que todos amamos. Falta grave!

12- Trazer pernas de pau em abundância como os antecessores. (Falta grave)
PS.: Minha decepção é grande em relação ao meu clube a cada ano humilhado pelo vice.( Pena sem perdão algum!)

Vuadem determinou o resultado do BaxVi

4 de outubro de 2015

Sem dúvida podemos dizer que quando um árbitro aparece demais num jogo de futebol existe razão a quem reconhece-o como “muito estrela”, mas sem uma constelação de fanáticos como somos pelo nosso time e suas estrelas.

E, agora, quando assistimos esses mesmos árbitros reivindicarem uma proporção dos direitos de imagem, que atualmente é dividido entre clubes e jogadores, percebemos que eles jamais podem ser o centro das atenções e não possuem qualquer contribuição com o espetáculo a não ser quando interferem no resultado.

O jogo transcorria normalmente até que o árbitro resolveu aparecer mais que as estrelas em campo e expulsou a maior estrela do Bahia. Aliás, uma estrela que foi infantil ao comemorar um gol junto à sua torcida. O jogador se deixou levar pela emoção e contribui também com o infortúnio trickor no clássico.

Kieza ficará de fora de dois jogos, pelo amarelo dento de campo e a expulsão. Pior para o Bahia que deveria ser mais rigoroso com os atletas em estudar melhor as regras do futebol, mesmo que tais regras pareçam absurdas como impedir o jogador comemorar o gol junto com a torcida.

Voltando a “estrela” Vaudem. Quero deixar registrado que o Vitória, pelo menos duas vezes, uma com Rhaniner, teve seu o jogador vantagem ao levar a bola com a mão mas nenhum amarelo recebeu. Que critérios são esses?

Todavia, quero felicitar os amigos do blog rubro-negros que se empolgaram com o resultado do clássico. Muito bom comemorar um resultado! Quero crer que o problema do Vitória será lá permancer na 1ª divisão, mas isso tem seu tempo.

Bahia 7 x 0 Vitória

28 de setembro de 2015

Um importante BaxVi para as pretensões do Bahia. Um time precisa mais da vitória que o outro, indiscutivelmente o Vitória vai sem a pressão que hoje o Bahia consegue carregar. Afinal, quais são os componentes dessa pressão que faz com que o tricolor não consiga mais jogar o seu melhor futebol mesmo quando ganha os jogos? Há certamente uma oscilação no desempenho do time no segundo-turno, as causas dentro e fora de campo podemos analisar com calma.

Um dos motivos para a quantidade de gols que o tricolor toma depois da saída de Titi é claramente a nossa zaga. O time de Sérgio Soares até a Copa do Nordeste alimentava as esperanças que Robson tomasse o lugar de Titi com tranquilidade num momento do time mágico. A relação da torcida com o time naquela ocasião era mágico, o presidente e sua auto-estima estavam em alta. Hoje, essa relação é um problema, e a torcida espera do presidente atitudes que estão respaudadas na cultura do futebol brasileiro como as mais acertadas.

Essa determinação do presidente em não trocar de técnico tem então dois desmembramentos: o presidente do clube tem confiança no trabalho de Sérgio e na boa relação que mantém com o elenco. Essa para mim parece a resposta mais fácil. O Bahia segue com Sérgio até o final do ano, prometia o presidente quebrar a cultura imediatista de trocar de técnico baseado somente em resultados. Resultados que não são até agora ruins para o time, pois o Bahia no G4 ainda briga para chegar ao final classificado. Porém, é evidente que o presidente para evitar maiores desgastes e fazer demagogia com a torcida poderia demitir Sérgio e pagar vultosa dívida por quebra de contrato.

Outro ponto é que para a maioria da torcida o momento do técnico ir embora já passou, pois o time do Bahia não vem jogando o seu melhor futebol faz algum tempo. Hoje, já apelam até para a saída do presidente. Aliás, vozes anti-democráticas e oportunistas, vozes que não possuem qualquer identidade com o clube. Um clube que se tornou um modelo institucional graças a ação de verdadeiros lutadores e tem os mecanismos necessários para punir a incompetência na direção do clube através das eleições.

Esse modelo democrático foi escolhido por nós por ser o mais responsável, não só para evitar o torcedor mais passional num momento ruim, mas também para dar num mandato de 3 anos condições para o presidente trabalhar. Ainda assim assistimos a ação de salvadores da pátria que importunamente alimentam a ira da torcida contra o time, que na verdade precisa da compreensão da torcida para corrigir erros que são pontuais. Se não fosse assim o Bahia estaria sem chances nesse momento de classificação, o que não é o caso com o fator Fonte Nova sempre do nosso lado.

Por isso, tricolores, devemos apoiar o time, ir para a Fonte com a vontade de guerrear no bom sentido no grito de apoio ao time e ao clube. De nada adiantará ficar em casa como no 7 x 0 contra o Conquista quando muitos perderam a oportunidade de verem o Bahia ser Bicampeão baiano em grande “perfomance” histórica. Eu confesso que vi um dos melhores jogos da minha vida do Bahia naquela decisão. Não pude estar presente, moro longe, mas como no momento da decisão o time vinha desacreditado e superou as adversidades de uma decisão.

A bola de neve

5 de setembro de 2015

Tem um fenômeno natural que eu sempre achei formidável nos desenhos animados. Era quando alguém provocava inocentemente uma avalanche e uma bola gigante de neve ia levando todos.

Esse momento do Bahia parece muito com esse desenho onde muitos torcedores parecem tragados pela bola de neve das más atuações do Bahia. Não creio contudo que a bola seja tão assombrosa quando projetada.

Ao final, temos que constatar os problemas, mas penso que temos condições de reverter esses insucessos. Vi o Santa, o ABC e agora o Ceará voltarem a jogar bola, por que com o Bahia seria diferente?

Temos dois jogos em casa pela frete, um já na terça. Temos jogadores, hoje, muito pressionados, mas que podem sair dessa fase ruim com o apoio da torcida em casa e partir para a classificação.

O que não pode é cair no mais absurdo do pessimismo e entregar o jogo ainda por jogar.

A bola de neve por isso não é tão grande e pode ser contornada sem maiores sofrimentos com duas boas exibições em casa. Penso que é possível reverter plenamente essa situação.

A torcida deve comparecer ao estádio para apoiar o time e levar seu sorriso generoso. Não dá para ficar se lamentando por um jogo em que erramos tudo o que já tínhamos direito, por isso acho difícil algo sair pior do que foi contra o Paraná.

Vou torcer para que essa bola de neve derreta quando chegue em Salavador e consigamos dois grandes resultados.

8 linhas para responder a um colunista

2 de setembro de 2015

O Bahia pode se dar o luxo hoje de dizer que paga salários em dia.

Aderiu ao plano do governo para equilibrar receitas com pagamentos de dívidas.

Tem o Bahia compromisso com a verdade dispondo de transparência no site oficial.

Exemplarmente oferece ao seu associado pela primeira vez a possibilidade de votar a distância.

Detém a marca de time com um ataque que mais fez gols no BRASIL.

Disputou o Baiano e ganhou, chegou à final do NE e está entre os 4 melhores pro acesso.

Está aberto ao torcedor com um programa de rádio gerado do próprio clube.

Quem lembra a última vez que o Bahia perdeu em seus domínios?

Saudações tricolores!


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