O Bahia voltará mais forte

18 de novembro de 2014

Ontem comecei a pensar um texto para explorar esse momento ruim do futebol do Bahia. Confesso que a mensagem, contudo, que acredito ser mais louvável nesse desafio de escrever é passar para os leitores que nada foi em vão. Escolhermos a democracia no Bahia! Ela tem meios que possibilitarão aos sócios escolherem um novo presidente que recolocará o tricolor no seu devido lugar, a primeira divisão! Sabemos, agora, que o movimento pela democracia com seus instrumentos de fiscalização e transparência, agora concretizados, deu ao tricolor vigor e maturidade institucional.

Hoje, não temo tanto o futuro do nosso clube, mas o seu passado. Foram anos e anos em que o tricolor foi gerido sem responsilidade. Seus amadores ex-presidentes caso fossem síndicos de seus prédios não conseguiriam aprovar uma conta sequer, e ainda deixariam faltar luz, água e materiais necessários para a conservação do prédio. Esse tipo de gestor irresponsável é que foi banido do tricolor! Não precisa o Bahia mais de títeres, ditadores, algozes e nem de salvadores para conduzir o clube como se fosse a sua própria casa.

O Bahia reconhecidamente é um clube moderno e que tem como referência clubes como o Inter, o Grêmio e não mais clubes anti-democráticos. Eu tenho convicção que o futuro do Bahia será de grandes conquistas como o slogan estampado em nossos signos de nascidos para vencer. Esse é o nosso destino, embora encontremos agora o tricolor na iminência de um rebaixamento para a série “B”. Esse descaminho na divisão inferior do campeonato nacional será ultrapassado e logo retomaremos mais fortes o curso de triunfos que merecemos.

É verdade, os problema desse ano com um mandato tampão foram muitos. Desde a falta de sintonia entre os inexperientes gestores até a falta de um comandante mais forte que estabelecesse limites necessários a cada setor do clube que invadia a seara de outro setor com imposições que criaram não só problemas com pagamentos de salários como também crises políticas internas. O próximo presidente terá que montar um quadro de subordinados hierarquicamente mais sintonizados com sua filosofia que deve ficar bem clara para todos os grupos em reconhecimento a legitimidade das urnas que darão ao novo mandatário carta branca para equacionar os problemas atuais que não são poucos e que precisará de arrojo para resolvê-los.

Essa mensagem de otimismo é que quero passar para os leitores do blog. Sei da frustração de uma campanha pífia, nada pode mudar isso a não ser a força de sócios e da torcida. Um novo presidente terá a missão de em três anos dar uma cara de Bahia vencedor a um projeto mais firme. Os candidatos a presidente esboçaram os seus planos de gestão e disponibilizam na internet, e é obrigatório lê-los para votar conscientemente. São planos de gestão que merecem um pouco de atenção dos sócios, pois numa democracia os responsáveis pelo clube são todos os sócios e a torcida. A fase de torcedor de arquibancada onde passivamente dizíamos amém aos títeres acabou, portanto muita responsabilidade no momento do voto.

Cássio e Arthur “pombinha”

11 de novembro de 2014

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Soberba versus humildade: O Bahia de hoje

10 de novembro de 2014

O que vejo no tricolor como sintoma de falta de humildade é a permanência de Kleina no Bahia.

Não há como não notar no tricolor que a soberba dos derrotados ganhou.

Digo “derrotados” porque prometeram o que não deviam, gastaram o que não podiam e ainda querem continuar no erro ao não tomar uma atitude mais humilde de assumir a própria incompetência.

Uma incompetência que tem vários graus de responsabilidade! Mas que por ora bastaria atender a torcida e mandar Kleina se picar!

Aliás, um já disse que futebol não é matemática. Mas, será que não podemos extrair conceitos de uma má-administração de uma boa? Claro que podemos!

No Bahia, propriamente no departamento de futebol, foram cometidos erros gigantescos, mas principalmente quanto a procastinação em tomar medidas urgentes e eficazes.

Kleina insiste com um Bahia desfiguarado agora também na defesa, a única coisa que prestava, não consegue ver que o Feijão é mil veze melhor Gago.

Para mim esse cara ja deu! Assim como essa diretoria que mostrou que não pode fazer um sucessor, posto que provou que não conseguiu profissionalizar o clube como gostaríamos.

O Bahia sem gestão

3 de novembro de 2014

A Bahia esportiva e o Brasil que ama o Bahia acordaram mais tristes hoje. O Bahia mais uma vez por uma sequência de erros de gestão e sem conseguir superar o mal da gestão passada defenestrada não deve provavelmente permanecer na série “A” do campeonato Brasieiro. A derrota contra o Palmeiras revelou a incapacidade tricolor de gestão desde MGF e erros primários que ao longo do campeoanto foram decisivos para a atual siuação do tricolor de provável rebaixamento.

Mas, quais erros podem ser apontados como decisivos para essa situação? Eu penso que faltou mais firmeza ao nosso presidente para determinar e observar o trabalho de seus comandados. Quem tomou as decisões que importaram para o tricolor 3 profissionais no comando do futebol durante o ano? Não sabemos. Essa falta de personalidade para liderar não podia faltar nesse momento de transição. A falta de clarividencia para os critérios das demissões dos antigos gestores de futebol foi umas das bolas-fora do Bahia com um Bahia não mão de pessoas que não assumiam que mandavam. Só para registrar: a lambança do Bahia trouxe um dirigente de futebol que responde judicialmente por “erros” de gestão em seu clube anterior!

É verdade que a administração anterior defenestrada fez a mesma coisa quando trouxe personagens contraditórios do futebol nacional para o departamento de futebol do Bshia – o aqui-rival também fez a mesma coisa -, mas para um clube que defende uma moral integra e democrática não podia permitir cidadãos respondendo até judicialmente por suas gestões em outros clubes fossem no Bahia aportar. Infelizmente, vale ressaltar, que esses gestores tiveram carta-branca para trazer jogaodres fora de forma, alguns até desinteressados, e o fizeram nas barbas do presidente que aceitou tudo isso resignadamente. Volto a me perguntar: Quem é o responsável por decidir no Bahia e a última palavra? Eu não sei.

Não vou me alongar nos erros administrativos do Bahia. Os erros politicos já foram suficienteS. Apeans citarei um erro mais recente que é imperdoável que foi a perda de prazo para parcelamento dos famosos “trancos” municipais para não aviltarmos o valor do bem da sede de praia do Bahia trocado por essa moeda que daria ao Bahia cacife para negociar com maiores vantagens na aquisição do novo CT em Dias D’Davila. Permanece então no Bahia, como marca triste, a famosa pecha das más adminisrrações passadas que comtinuam no tricolor a nos apequenar.

A reposta, contudo, hoje, pode ser dada nas urnas ao atual estado de coisas no Bahia dos desmandos! O próximo presidente eleito pode começar a trabalhar longe de figuras notoriamente sem condições de comandar um bem que está acima de vaidades que não podem solapar o brilho desse gigante que volta a adormecer. E embora saibamos que não tenha o Bahia solução facial, a democracia chama os verdadeiros tricolores e lutadora para depositar seu voto naa eleições que se avizinham.

Sectarismo anti-Bahia de velhos inimigos

2 de novembro de 2014

Com a política de denunciar o “jabá” no Bahia os grupos progressistas que assim começaram a construir um caminho democrático para soerguer o tricolor estão sendo atacados violentamente pelos mesmos antigos detratores do Bahia que se encastelaram contra a intervenção com argumentos fúteis e que se mostraram todos incorretos com a descoberta pós-intervenção de irregularidades no tricolor e os desmandos da gestão do presidente defenestrado.

Com a aproximação das eleições, então, forças obscuras de figuras conhecidas e repudiadas pela massa tricolor estão se articulando através de uma rede de intrigas e fofocas a fim de pregar levianamente e sem qualquer prova ataques a cidadãos que até provem o contrário jamais colocaram seus interesses pessoais acima de sua paixão pelo Bahia.

Esse nobre sentimento, o amor pelo Bahia, distinto do mercantilismo de empresas de comunicação, é na verdade o que está sendo atacado! O recado desses grupos odiosos para a torcida é que não pouparão sua inteligência de intrigas e testarão sua capacidade de indignação ao limite. Estes grupos odiosos já foram inclusive expulsos da Arena Fonte Nova na época das primeira eleições no Bahia diretas para o atual mandato tampão do presidente Fernando Schimidt.

Cumpre estar atenta a torcida tricolor aos meios anti-éticos com que muitos ainda militam contra os interesses do Bahia com fins não confessáveis. Serão esses meios imundos e covardes que tentarão colocar tricolores contra tricolores e aproveitarem-se do momento ruim do tricolor administrativamente e em campo para tentar voltar ao Bahia com nomes que sempre estiveram com os antigos dirigentes, que deixaram um legado de dívidas quase impagáveis, a marca desacreditada e o nome do clube sujo na praça.

Urge os tricolores, com a máxima de “todos por um e um por todos”, criar uma vontade geral de repulsa aos métodos inescrupulosos e que não possuem senão um fim: criar factóides para desestabilizar a incipiente democracia tricolor e instalar um programa de “venda” do Bahia e seu nome para grupos econômicos que levaram vantagens anteriores com transações financeiras pouco esclarecidas nas gestões passadas da ditadura tricolor

Hoje, cumpre ao Bahia fazer seu papel dentro de campo para afastar o clube de mais um rebaixamento, mas é necessário fora de campo sempre uma eterna vigilância contra a luta dos “donos das penas”. Serão doses sempre maiores de fel jogados contra os tricolores para que os tornem alvos de sectarismo ideológico. A má-fe que usa o erro jornalístico como desculpa para difamar cidadãos já está sendo enquadrada como deve com os tribunais pátrios sendo cada vez mais rigorosos com a punição dos maus profissionais.

Democracia, seja bem-vinda minha linda!

28 de outubro de 2014

“O homem é um animal político”, Aristóteles.

Começo meu texto hoje inaugurando uma série de debates que travarei com vocês aqui no blog sobre os candidatos para a presidência do Bahia. Esse intento é tentar mostrar para o sócio-torcedor o que há de melhor e de dúvidas sobre a candidatura de um ou outro candidato. Mas, antes de começar precisamos fazer um pacto: Vamos elevar o nível do debate para não cairmos no fanatismo de torcedor vazio e achar que o time em campo se resume em torcedores de arquibancada imodestos e dirigentes “espertos”.

Acertado isso, vou esclareçer um outro ponto. Não é preciso ser muito perspicaz para entender que o Bahia cheio de dívidas, sem credibilidade no mercado, com derrotas históricas contra o rival, com o seu o nome sujo e seu patrimônio servindo a interesses escusos não pertence mais a esse momento político por que passa o tricolor – ao pensar em como nossos jovens valores foram parar nas mãos de “espertos” a despeito de utilizarem a marca Bahia fico enojado -, esse fato de vulnerabilidade do Bahia nas mãos de poucos “espertos” não existe mais.

Agora, se inicia um Bahia transparente que se projetará em 3 anos e que seus candidatos são tricolores e cidadãos que não tem medo de disputarem voto a voto a confiança do eleitor. É certo que eles serão criticados, terão seus nomes devassados, mas é para o bem da instituição que a tranparência e esse jogo político da democracia nos impõe. Saber quem são os candidatos e saberem quais suas propostas será fundamental para projetarmos um futuro melhor para o Bahia de glórias que merecemos.

Um candidato ou outro em breve tratarei de destacar aqui e constratá-lo. Quero ver de perto suas propostas! Desde já anuncio que meu candidato será Rui Cordeiro e farei aqui em outras oportunidades consideração da razão de minha escolha.

Certamente, também, estarei em Salvador no próximo de 13 ou 14 para votar em Rui e já comprei minha passagem, Espero que os sócios do Bahia renovem essa esperança na democracia tricolor e participem com sua paixão por esse momento. Não se faz democracia com omissão!

Democratismo no Bahia

23 de outubro de 2014

Diones, gol do título em 2012, foi tratado como inimigo público Do Bahia. Decisivo para um time do Sul nesse campeonato, o time de Diones hoje empatou com o SP. Time do ex-Bahia está fora da zona!

Helde, ex-Bahia, foi decisivo para coxa nesse campeonato muitas vezes e hoje dorme fora do Z4. Nesse momento ano passado o Bahia já tinha reagido e não durmia tantas noites na degola.

Marcão, culpado por tudo no Bahia e que não jogava nada, é um jogador hoje elogiado noutro time do Sul, o Figueira? Sim, um jogador decisivo. Marcão, um velho conhecido, foi outro exemplo aqui no fórum de perseguição.

Cristoavam, outro odiado pelas panelinha do democratismo do fórum, levou Hleder, Titi, “a panelinha”, a mais um ano do Bahia na série “A” em plena intervenção. Levou o time no diálogo, pois dinhero na conta não tinha.

Veio Leo Gago, elogiado por muitos como grande meia que chutava muito bem fora da área. Seria o substituto de Helder ideal. Diones saiu, Hélde idem, mas veio Uelinton “barril”, e com um lance e outro, tem o respaldo da panelinha de torcedor “corneteiro” por seu particular modo de estar no Z4.Mas, Diones para muitos é melhor longe fazendo gol para a felicidade dos adversários do Bahia.

O democratismo venceu aqui em Salvsdor e tinha artérias que aqui se alimentavam dele no Bshia. Levaram para o clube a voz da internet, da visão que dispensava proficiências nos resultados. Preferiram recrutar valores com a gritaria na sua expetativa futurista de uma Linertadorses. O Bahia que era Libertsdores 2015 para alguns!

Muitos diziam em sua arrogância: “nao comemoro permanência em série A”, “Meu Bahia tem agora voz e essas misérias não vão mais ficar aqui no meu time”. Referiam-se assim a Diones, Hélder, Marcao, Ananias… A Voz das Arquibancadas virou referência pela ingratidão contra jogadores que deram seu sangue e também contra um baiano treinador que chegou e conduziu um time tecnicamente inferior ao atual.

Nada de querer Marcão, jogou na Bahia, não prestava para muitos por ter jogodo no Ipitanga. O disfarce de complexo de vira-lata não aguentaria Marcão por muito tempo no nosso clube.

Hélder fora então em vários anos o mais perseguido pelos esnobes. Foi o jogador que ganhava as bolas, passava, lançava, mas no Bahia não prestava para um clube democratizado hoje com Léo Gago como referência.

Democratismo não é democracia, assim como a voz do povo é a voz do senso-comum apenas. Cheia de impressões falsas e alargadas por motivos inconscientes.

ST!

O Bahia acima de tudo

17 de setembro de 2014

Quem é situação no Bahia? Quem será oposição no Bahia? O certo, hoje, é que ninguém quer assumir a responsabilidade pelo “pepino” de um clube próximo de ser rebaixado. Todos se enquadram no direito de responsabilizar as más contratações pelo departamento de futebol numa adminiatração que não tem padrinhos. Afinal, quem está no comando do E.C.Bahia?

Sabemos que somente uma conjuntura política e institucional poderia derrubar o familismo acéfalo e infâme das administrações anteriores, porém, vencida esta etapa e construída a transição, é preciso restaurar a veia oposicionista no Bahia e identificar os erros da administração atual. O poder de fiscalizar e cobrar ficou em segundo plano para muita gente e gerou ressentimento em outros por cobranças “excessivas”.

É bom que o Bahia não perca a virtude de cobrar de seus dirigentes a responsabilidade por falhas identificáveis no departamento de futebol. Tres diretores de futebol passaram pelo Bahia e resposabilidade por isso deve ser cobrada do presidente e de quem indicou os nomes dos respectivos diretores de futebol. Outras propostas de gestão do futebol, então precisam ser discutidas com coragem e sem personalismo para gerar programas de gestão de futebol.

Por isso, o presidente aparentemente perdido e grupos de conselheiros se bicando formam uma cena shekespeariana com a disputa de poder que culminaram com o pedido de demissão da antes unanimidade no Bahia, o Dr. Reub Celestino. A defesa pelo nome de Reub gerou acirramento de ânimos que se exaltaram e provocaram ressentimentos em tricolores que hoje não conseguiriam sentar numa mesa de bar para conversar entre amigos como faziam antes da intervenção.

O excercício da democracia não é mesmo uma reunião de amigos para tirar alguém do poder. A democracia é uma forma de gerir conflitos. Assim, o problema agora só será resolvido democraticamente se as forças de antes da intervenção entenderem que existem interesses que ganham com essa briga entre conselheiros e sócios em nome de personagens que por mais que mereçam respeito não deveriam distanciar os tricolores dos interesses do tricolor.

Xô melancolia!

26 de agosto de 2014

Fui tragado pela onda de melancolia e acabei parando num fórum do Bahia. Lá encontrei irmãos de tristeza a sofrer por antecedência mais um rebaixamento do Bahia. Foi então que percebi que o único ser na natureza que morre de véspera é o “peru” e Jesus Cristo. Como então tava tudo tão cinza na vida do tricolor? A verdade é que os tricolores não são nem Jesus e nem um peru, não é uma coisa e nem a outra.

Voltei então a minha razão e  resolvi escrever algumas linhas para me motivar, pois ainda falta 50% do campeonato para o tricolor  encontrar seu melhor futebol. Pensei em como estávamos otimistas no primeiro semestre, antes da Copa do Mundo. Tínhamos o artilheiro do arqui-rival e ainda viria um camisa 10 para o tricolor que justificaria nossas preces para alcançarmos novamente a Taça Libertadores das Américas. Fiquei a matutar onde nos perdemos?

Os tricolores mais pessimistas naquele momento de euforia eram escassos. Eles pareciam felizes como todos nós humanos! Até os pessimistas não perderam a esperança naquele momento de um Bahia em 2015 na Libertadores. Na verdade, todos nós estávamos embebidos da euforia da abertura do nosso clube para o torcedor, finalmente a felicidade de um clube grande chegaria ao predestinado time da Bahia. Parecia tudo tão fácil que esquecemos que a democracia era um meio, que contratações podem não render e contratos não prendem jogador.

O sonho, porém, não acabou. A melancolia deverá passar em breve, basta o tricolor ganhar 3 seguidas. Não é fácil, mas é possível caso os jogadores comecem a arriscar mais um pouquinho e saiam dessa vontade de justificar empates. Num campeonato, então, de pontos corridos, com uma vitória valendo 3 pontos, 9 pontos na próxima rodada colocarão o Bahia na metade da tabela. Afinal, os jogadores do Bahia precisam acreditar mais neles mesmo para o torcedor ter vontade de voltar a campo para incentivar.

 

 

Xô covardia! Para cima do “timinho”!

11 de agosto de 2014

As coisas do mundo acontecem com certa regularidade e repetição, porém a história mostra que existem farsas por trás de muitas mudanças. Outra coisa diferente é o futebol de Fahel com sua regularidade impressionante. Certamente, eu não o escalaria para o baba de sábado e colocaria Feijão, mas para minha surpresa Fahel, sempre pela sua regularidade, consegue o “bicho” para os seus colegas numa jogada de cruzamento na área. Fico feliz de que Charles tenha colocado Fahel em campo, todavia gostaria de ver o Bahia com mais jogadores da base. Por que não experimentar Feijão e Fahel juntos? Os jogadores da base do Bahia são diferenciados e merecem atenção do treinador.

O Bahia que jogou contra o Goíás podia ter saído com mais um empate se não fosse Fahel, é verdade, mas, o tricolor, vem apresentando alguma evolução. Marcos Aurélio é um ótimo jogador e bate bem na bola, essa habilidade do jogador junto com o poder de finalização de Fahel e Kieza nos cruzamentos na área podem redundar em muitos gols para o Bahia. A repetição dessas jogadas dependem também do meio de campo do Bahia se aproximar da área como fez no 1ª tempo de jogo em que criou boas oportunidades e podia sair até com um placar mais favorável, pelo menos com 2 gols de vantagem.

Quanto ao segundo-tempo de jogo eu não tenho muito o que dizer quanto ao que estamos acostumados a assistir quando o time cansa. O Goiás dessa vez foi quem tomou a iniciativa do jogo e anulou o ataque tricolor. Veio o sufoco com o Goiás muito perto de empatar a partida pelo menos duas vezes, enquanto o criticado Lomba salvada o tricolor debaixo da trave. Esse cansaço do Bahia é natural, o que não pode o tricolor se acostumar é aceitar com passividade a frequência dos ataques à sua área. Não nos encontramos com um contra-ataque eficiente, a bola voltava sempre para o ataque do Goiás, isso o que estamos acostumados a ver.

As mudanças no Bahia precisam continuar a acontecer, o contra-ataque melhorar e os laterais também jogarem com mais atenção, precisamente Guilherme, este parece com Roberto Carlos quando levanta o short para mostrar a musculatura da perna, mas não tem a perfeição nos cruzamentos de Roberto e ás vezes parece querer entregar o ouro ao bandido. Acredito que as mudanças para melhor continuarão e o que deve ser repetido melhorar a constância com que acontecem. O “corintia” que se cuide!


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