Um fim de semana da democracia

17 de dezembro de 2014

Foi um final de semana inesquecível. Comprei os dois livros recentemente lançados sobre o Esquadrão, envolvendo o hepta-campeonato e as lutas recentes pela democracia no clube, depois fui votar para presidente cumprindo minha promessa pessoal de escolher pela primeira vez diretamente um presidente do Bahia. Um momento único em que o processo democrático se consolidava e eu participava decisivamente com o meu voto. É verdade o meu otimismo, pois meu candidato ganhou. Não obstante isso, vi muita grandeza nos tricolores que concorreram e reconheceram o resultado.

Vi na Arena Jorge Maia, Leandro Fernandes, Diego e amigos novos tricolores que conquistei pela internet, todos também parte desse momento singular na história política do clube. Porém, muitos ainda não atentaram para a maturidade com que com essa luta para o Bahia define-o em sua integração em algo maior entre os clubes mais modernos e também reascende a sede de participação política bloqueada por anos de política coronelista antes da constituição de 1988 e que no Bahia perdurou até dois anos atrás.

Um ponto que me chamou atenção foi o equilíbrio da comissão eleitoral tricolor e também, ao final com o resultado da eleição a reação das chapas com os antagonismos logo desconstruídos, embora alguns ainda “chorem” lágrimas sem perceber que as práticas democráticas demonstradas pela comissão eleitoral serão daqui para frente respeitadas como verdadeira jurisprudência, como uma espécie de súmula vinculante quando protegeu sempre o patrimônio dos sócios em elegerem o seu melhor candidato e respeitaram o direito dos candidatos em participar como sócios nas eleições sem criar limites que não estão no tocante à seção da elegibilidade e as ineligilidades do estatuto.

É verdade, eu sempre fui contra ímpetos legiferantes e criações de normas em excesso, pois sabemos que será sempre o fato julgado coerentemente na aplicação das leis que farão diferença no espírito de maturidade dos sócios do tricolor na consolidação do processo democrático das eleições. As “gritas” ficarão para trás e isonomia no tratamento das questões serão daqui para frente melhor entendidas sobre o valor que um Estatuto breve e claro terão em suas intenções quando da aplicação no desafio das próximas eleições.

Agora, em Recife, é recomeçar a torcida e fiscalizar o cumprimento das promessas de campanha. Observar a vontade de mudar do novo presidente na prática do dia a dia, pois capacidade sem que ele tem. Vamos ver isso acontecer nas situações em que ele pressionado terá que superar. Afinal, a vida não é feita de desafios? Temos agora que monitorar e torcer para que tudo dê certo e o Bahia volte à normalidade institucional, consiga diminuir sua dívida e enfim coquiste definitivamente um novo título de glória no campeonato baiano, no nordestão e no acesso á primeira divisão.

O Bahia e a nova utopia

8 de dezembro de 2014

Vi muitos tricolores e rubro-negros tristes com o resultado ao findar essa temporada. Mas, afinal, por que tanta tristeza? Não sabiam que seus times eram limitados, recursos escassos e por vários anos quase desabaram disputando os últimos lugares? Porém, nós insistimos. Criamos expectativas de que esse ano seria melhor que os outros anteriores e conseguiríamos beliscar a Libertadores. A desilusão, todavia, mostra-nos a verdade: Não estamos prontos para seguir adiante com planos mais audaciosos sem antes vermos onde continuamos a cometer os mesmos erros, ou estamos definitivamente para sempre condenados a brigar pelas últimas posições?

Desde logo repilo os mais “realistas” que consagram a falta de utopia realizáveis no futebol baiano. Eu preciso de utopias para poder continuar escrevendo, se não as tivesse eu deixaria esse espaço para outros que tenham uma nova mensagem. A cultura administrativa e institucional do futebol baiano é ruim, mas sabemos que as mudanças são possíveis quando nos unimos como aconteceu com o meu tricolor que espantou uma dinastia de péssimos administradores do Bahia. O problema é, então, definir o que falta e o que temos de priorizar para os nossos clubes para almejarmos um status de maior respeito em nosso futebol como representantes competitivos por vagas nos campeonatos nacionais e internacionais.

O que temos na Bahia em excesso são bons jogadores em formação! Por que não priorizamos esse dado? Ficamos esclarecidos que o mercado não está para peixe, para o Bahia e o Vitória. Ao contrário da índole do ano passado no rubro-negro, quando fez uma campanha invejável, a regra é o fracasso no futebol baiano com os jogadores de fora de maior salário. As decepções ao final da temporada por descaso desses jogadores em honrar tanta energia depositada neles é certa. Assim, não podemo fazer da exceção uma regra! A prioridade são nossas revelações, o material humano a ser trabalhado e desenvolvido responsavelmente. É nessa aposta, então, que vejo o futuro do futebol da Bahia mais forte com o Bahia e o Vitória. Se atentarmos para as propostas dos candidatos a presidente do Bahia veremos essa diretriz de aposta na base como alavanca do futebol do clube. Os candidatos pretendem priorizar a base, inverter as prioridades, e, finalmente convencer a torcida a entender a questão sensível entre despesas e receitas.

Mas, o que nos prende? O que falta? Justamente a institucionalização da responsabilidade administrativa, o equilíbrio entre receitas e despesas, junto com uma política eficaz do departamento de futebol na qual a busca por jogadores se dê em razão da preferência pela base a jogadores “estrangeiros”. No mercado, em regra, virão jogadores sem conhecer o valor do nosso futebol e sem identificação com o clube que certamente não terão êxito. Chega de procurar jogadores estrangeiros! Quem está ganhando com isso não são os clubes baianos. O que o Bahia gastou com jogadores estrangeiros daria para o tricolor estar com a Cidade Tricolor, o CT do Bahia, já em funcionamento. O desabafo de Charles ao final do jogo de ontem em Curitiba não foi só uma queixa oportunista, antes foi um torcedor apaixonado pelo seu clube apontando o dedo com coragem para a covardia. A Bahia perde espaço agora para Santa Catarina, Goiás, Paraná, Pernambuco e Ceará porque insiste na covardia!

É certo que houve evolução na parte administrativa e patrimonial do Bahia e do Vitória nos últimos anos. Antes os nosso valores tinham seus direitos fatiados do clube, mas hoje o Bahia e o Vitória reverteram essa situação. Todavia, o Vitória ainda não é democrático e impede que os mais aptos disputem o seu principal cargo administrativo de forma ampla. Hoje, o Vitória é restrito a um grupo de oligarcas, sem noção da realidade da força do valor democrático como busca política pelo bem comum pelo conflito entre os mais aptos de forma civilizada no espaço público. Nessa questão, ao contrário do Vitória, o Bahia deu um salto e traz essa novidade da democracia como meio para que os mais convincente sejam escolhidos e fiscalizados de forma mais ampla possível. O tricolor, hoje, parece mais esperançoso, o torcedor do Vitória mais revoltado pela falta de democracia.

A utopia parece mais realizável hoje no Bahia que no Vitória, mas a esperança é que possam crescer juntos nessa busca por galgar novos horizontes. Todavia, mesmo com nossas utopias, sabemos das desilusões do nosso futebol e suas utopias, mas, também, o complexo de vira-lata de alguns não pode nos contaminar, queremos os tiranos longe dos nossos clube para voarmos mais longe com os planos mais audaciosos e modernos de estruturação de nosso futebol apesar de toda a cultura nacional do Brasil nos furtar espaço e dinheiro. Sabendo que não é fácil a luta, porém quem briga nunca saberá sua dificuldade sem encarar desafios internos e externos com valor e honra. O Bahia e o Vitória podem chegar mais longe e nos presentear com nossas melhores mentes, basta dar espaço a bons administradores e ideias que precisam de contínua renovação. A democracia permite superar as crises, mas a ditadura só aprofunda as distâncias e as mágoas.

O Bahia voltará mais forte

18 de novembro de 2014

Ontem comecei a pensar um texto para explorar esse momento ruim do futebol do Bahia. Confesso que a mensagem, contudo, que acredito ser mais louvável nesse desafio de escrever é passar para os leitores que nada foi em vão. Escolhermos a democracia no Bahia! Ela tem meios que possibilitarão aos sócios escolherem um novo presidente que recolocará o tricolor no seu devido lugar, a primeira divisão! Sabemos, agora, que o movimento pela democracia com seus instrumentos de fiscalização e transparência, agora concretizados, deu ao tricolor vigor e maturidade institucional.

Hoje, não temo tanto o futuro do nosso clube, mas o seu passado. Foram anos e anos em que o tricolor foi gerido sem responsilidade. Seus amadores ex-presidentes caso fossem síndicos de seus prédios não conseguiriam aprovar uma conta sequer, e ainda deixariam faltar luz, água e materiais necessários para a conservação do prédio. Esse tipo de gestor irresponsável é que foi banido do tricolor! Não precisa o Bahia mais de títeres, ditadores, algozes e nem de salvadores para conduzir o clube como se fosse a sua própria casa.

O Bahia reconhecidamente é um clube moderno e que tem como referência clubes como o Inter, o Grêmio e não mais clubes anti-democráticos. Eu tenho convicção que o futuro do Bahia será de grandes conquistas como o slogan estampado em nossos signos de nascidos para vencer. Esse é o nosso destino, embora encontremos agora o tricolor na iminência de um rebaixamento para a série “B”. Esse descaminho na divisão inferior do campeonato nacional será ultrapassado e logo retomaremos mais fortes o curso de triunfos que merecemos.

É verdade, os problema desse ano com um mandato tampão foram muitos. Desde a falta de sintonia entre os inexperientes gestores até a falta de um comandante mais forte que estabelecesse limites necessários a cada setor do clube que invadia a seara de outro setor com imposições que criaram não só problemas com pagamentos de salários como também crises políticas internas. O próximo presidente terá que montar um quadro de subordinados hierarquicamente mais sintonizados com sua filosofia que deve ficar bem clara para todos os grupos em reconhecimento a legitimidade das urnas que darão ao novo mandatário carta branca para equacionar os problemas atuais que não são poucos e que precisará de arrojo para resolvê-los.

Essa mensagem de otimismo é que quero passar para os leitores do blog. Sei da frustração de uma campanha pífia, nada pode mudar isso a não ser a força de sócios e da torcida. Um novo presidente terá a missão de em três anos dar uma cara de Bahia vencedor a um projeto mais firme. Os candidatos a presidente esboçaram os seus planos de gestão e disponibilizam na internet, e é obrigatório lê-los para votar conscientemente. São planos de gestão que merecem um pouco de atenção dos sócios, pois numa democracia os responsáveis pelo clube são todos os sócios e a torcida. A fase de torcedor de arquibancada onde passivamente dizíamos amém aos títeres acabou, portanto muita responsabilidade no momento do voto.

Cássio e Arthur “pombinha”

11 de novembro de 2014

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Soberba versus humildade: O Bahia de hoje

10 de novembro de 2014

O que vejo no tricolor como sintoma de falta de humildade é a permanência de Kleina no Bahia.

Não há como não notar no tricolor que a soberba dos derrotados ganhou.

Digo “derrotados” porque prometeram o que não deviam, gastaram o que não podiam e ainda querem continuar no erro ao não tomar uma atitude mais humilde de assumir a própria incompetência.

Uma incompetência que tem vários graus de responsabilidade! Mas que por ora bastaria atender a torcida e mandar Kleina se picar!

Aliás, um já disse que futebol não é matemática. Mas, será que não podemos extrair conceitos de uma má-administração de uma boa? Claro que podemos!

No Bahia, propriamente no departamento de futebol, foram cometidos erros gigantescos, mas principalmente quanto a procastinação em tomar medidas urgentes e eficazes.

Kleina insiste com um Bahia desfiguarado agora também na defesa, a única coisa que prestava, não consegue ver que o Feijão é mil veze melhor Gago.

Para mim esse cara ja deu! Assim como essa diretoria que mostrou que não pode fazer um sucessor, posto que provou que não conseguiu profissionalizar o clube como gostaríamos.

O Bahia sem gestão

3 de novembro de 2014

A Bahia esportiva e o Brasil que ama o Bahia acordaram mais tristes hoje. O Bahia mais uma vez por uma sequência de erros de gestão e sem conseguir superar o mal da gestão passada defenestrada não deve provavelmente permanecer na série “A” do campeonato Brasieiro. A derrota contra o Palmeiras revelou a incapacidade tricolor de gestão desde MGF e erros primários que ao longo do campeoanto foram decisivos para a atual siuação do tricolor de provável rebaixamento.

Mas, quais erros podem ser apontados como decisivos para essa situação? Eu penso que faltou mais firmeza ao nosso presidente para determinar e observar o trabalho de seus comandados. Quem tomou as decisões que importaram para o tricolor 3 profissionais no comando do futebol durante o ano? Não sabemos. Essa falta de personalidade para liderar não podia faltar nesse momento de transição. A falta de clarividencia para os critérios das demissões dos antigos gestores de futebol foi umas das bolas-fora do Bahia com um Bahia não mão de pessoas que não assumiam que mandavam. Só para registrar: a lambança do Bahia trouxe um dirigente de futebol que responde judicialmente por “erros” de gestão em seu clube anterior!

É verdade que a administração anterior defenestrada fez a mesma coisa quando trouxe personagens contraditórios do futebol nacional para o departamento de futebol do Bshia – o aqui-rival também fez a mesma coisa -, mas para um clube que defende uma moral integra e democrática não podia permitir cidadãos respondendo até judicialmente por suas gestões em outros clubes fossem no Bahia aportar. Infelizmente, vale ressaltar, que esses gestores tiveram carta-branca para trazer jogaodres fora de forma, alguns até desinteressados, e o fizeram nas barbas do presidente que aceitou tudo isso resignadamente. Volto a me perguntar: Quem é o responsável por decidir no Bahia e a última palavra? Eu não sei.

Não vou me alongar nos erros administrativos do Bahia. Os erros politicos já foram suficienteS. Apeans citarei um erro mais recente que é imperdoável que foi a perda de prazo para parcelamento dos famosos “trancos” municipais para não aviltarmos o valor do bem da sede de praia do Bahia trocado por essa moeda que daria ao Bahia cacife para negociar com maiores vantagens na aquisição do novo CT em Dias D’Davila. Permanece então no Bahia, como marca triste, a famosa pecha das más adminisrrações passadas que comtinuam no tricolor a nos apequenar.

A reposta, contudo, hoje, pode ser dada nas urnas ao atual estado de coisas no Bahia dos desmandos! O próximo presidente eleito pode começar a trabalhar longe de figuras notoriamente sem condições de comandar um bem que está acima de vaidades que não podem solapar o brilho desse gigante que volta a adormecer. E embora saibamos que não tenha o Bahia solução facial, a democracia chama os verdadeiros tricolores e lutadora para depositar seu voto naa eleições que se avizinham.

Sectarismo anti-Bahia de velhos inimigos

2 de novembro de 2014

Com a política de denunciar o “jabá” no Bahia os grupos progressistas que assim começaram a construir um caminho democrático para soerguer o tricolor estão sendo atacados violentamente pelos mesmos antigos detratores do Bahia que se encastelaram contra a intervenção com argumentos fúteis e que se mostraram todos incorretos com a descoberta pós-intervenção de irregularidades no tricolor e os desmandos da gestão do presidente defenestrado.

Com a aproximação das eleições, então, forças obscuras de figuras conhecidas e repudiadas pela massa tricolor estão se articulando através de uma rede de intrigas e fofocas a fim de pregar levianamente e sem qualquer prova ataques a cidadãos que até provem o contrário jamais colocaram seus interesses pessoais acima de sua paixão pelo Bahia.

Esse nobre sentimento, o amor pelo Bahia, distinto do mercantilismo de empresas de comunicação, é na verdade o que está sendo atacado! O recado desses grupos odiosos para a torcida é que não pouparão sua inteligência de intrigas e testarão sua capacidade de indignação ao limite. Estes grupos odiosos já foram inclusive expulsos da Arena Fonte Nova na época das primeira eleições no Bahia diretas para o atual mandato tampão do presidente Fernando Schimidt.

Cumpre estar atenta a torcida tricolor aos meios anti-éticos com que muitos ainda militam contra os interesses do Bahia com fins não confessáveis. Serão esses meios imundos e covardes que tentarão colocar tricolores contra tricolores e aproveitarem-se do momento ruim do tricolor administrativamente e em campo para tentar voltar ao Bahia com nomes que sempre estiveram com os antigos dirigentes, que deixaram um legado de dívidas quase impagáveis, a marca desacreditada e o nome do clube sujo na praça.

Urge os tricolores, com a máxima de “todos por um e um por todos”, criar uma vontade geral de repulsa aos métodos inescrupulosos e que não possuem senão um fim: criar factóides para desestabilizar a incipiente democracia tricolor e instalar um programa de “venda” do Bahia e seu nome para grupos econômicos que levaram vantagens anteriores com transações financeiras pouco esclarecidas nas gestões passadas da ditadura tricolor

Hoje, cumpre ao Bahia fazer seu papel dentro de campo para afastar o clube de mais um rebaixamento, mas é necessário fora de campo sempre uma eterna vigilância contra a luta dos “donos das penas”. Serão doses sempre maiores de fel jogados contra os tricolores para que os tornem alvos de sectarismo ideológico. A má-fe que usa o erro jornalístico como desculpa para difamar cidadãos já está sendo enquadrada como deve com os tribunais pátrios sendo cada vez mais rigorosos com a punição dos maus profissionais.

Democracia, seja bem-vinda minha linda!

28 de outubro de 2014

“O homem é um animal político”, Aristóteles.

Começo meu texto hoje inaugurando uma série de debates que travarei com vocês aqui no blog sobre os candidatos para a presidência do Bahia. Esse intento é tentar mostrar para o sócio-torcedor o que há de melhor e de dúvidas sobre a candidatura de um ou outro candidato. Mas, antes de começar precisamos fazer um pacto: Vamos elevar o nível do debate para não cairmos no fanatismo de torcedor vazio e achar que o time em campo se resume em torcedores de arquibancada imodestos e dirigentes “espertos”.

Acertado isso, vou esclareçer um outro ponto. Não é preciso ser muito perspicaz para entender que o Bahia cheio de dívidas, sem credibilidade no mercado, com derrotas históricas contra o rival, com o seu o nome sujo e seu patrimônio servindo a interesses escusos não pertence mais a esse momento político por que passa o tricolor – ao pensar em como nossos jovens valores foram parar nas mãos de “espertos” a despeito de utilizarem a marca Bahia fico enojado -, esse fato de vulnerabilidade do Bahia nas mãos de poucos “espertos” não existe mais.

Agora, se inicia um Bahia transparente que se projetará em 3 anos e que seus candidatos são tricolores e cidadãos que não tem medo de disputarem voto a voto a confiança do eleitor. É certo que eles serão criticados, terão seus nomes devassados, mas é para o bem da instituição que a tranparência e esse jogo político da democracia nos impõe. Saber quem são os candidatos e saberem quais suas propostas será fundamental para projetarmos um futuro melhor para o Bahia de glórias que merecemos.

Um candidato ou outro em breve tratarei de destacar aqui e constratá-lo. Quero ver de perto suas propostas! Desde já anuncio que meu candidato será Rui Cordeiro e farei aqui em outras oportunidades consideração da razão de minha escolha.

Certamente, também, estarei em Salvador no próximo de 13 ou 14 para votar em Rui e já comprei minha passagem, Espero que os sócios do Bahia renovem essa esperança na democracia tricolor e participem com sua paixão por esse momento. Não se faz democracia com omissão!

Democratismo no Bahia

23 de outubro de 2014

Diones, gol do título em 2012, foi tratado como inimigo público Do Bahia. Decisivo para um time do Sul nesse campeonato, o time de Diones hoje empatou com o SP. Time do ex-Bahia está fora da zona!

Helde, ex-Bahia, foi decisivo para coxa nesse campeonato muitas vezes e hoje dorme fora do Z4. Nesse momento ano passado o Bahia já tinha reagido e não durmia tantas noites na degola.

Marcão, culpado por tudo no Bahia e que não jogava nada, é um jogador hoje elogiado noutro time do Sul, o Figueira? Sim, um jogador decisivo. Marcão, um velho conhecido, foi outro exemplo aqui no fórum de perseguição.

Cristoavam, outro odiado pelas panelinha do democratismo do fórum, levou Hleder, Titi, “a panelinha”, a mais um ano do Bahia na série “A” em plena intervenção. Levou o time no diálogo, pois dinhero na conta não tinha.

Veio Leo Gago, elogiado por muitos como grande meia que chutava muito bem fora da área. Seria o substituto de Helder ideal. Diones saiu, Hélde idem, mas veio Uelinton “barril”, e com um lance e outro, tem o respaldo da panelinha de torcedor “corneteiro” por seu particular modo de estar no Z4.Mas, Diones para muitos é melhor longe fazendo gol para a felicidade dos adversários do Bahia.

O democratismo venceu aqui em Salvsdor e tinha artérias que aqui se alimentavam dele no Bshia. Levaram para o clube a voz da internet, da visão que dispensava proficiências nos resultados. Preferiram recrutar valores com a gritaria na sua expetativa futurista de uma Linertadorses. O Bahia que era Libertsdores 2015 para alguns!

Muitos diziam em sua arrogância: “nao comemoro permanência em série A”, “Meu Bahia tem agora voz e essas misérias não vão mais ficar aqui no meu time”. Referiam-se assim a Diones, Hélder, Marcao, Ananias… A Voz das Arquibancadas virou referência pela ingratidão contra jogadores que deram seu sangue e também contra um baiano treinador que chegou e conduziu um time tecnicamente inferior ao atual.

Nada de querer Marcão, jogou na Bahia, não prestava para muitos por ter jogodo no Ipitanga. O disfarce de complexo de vira-lata não aguentaria Marcão por muito tempo no nosso clube.

Hélder fora então em vários anos o mais perseguido pelos esnobes. Foi o jogador que ganhava as bolas, passava, lançava, mas no Bahia não prestava para um clube democratizado hoje com Léo Gago como referência.

Democratismo não é democracia, assim como a voz do povo é a voz do senso-comum apenas. Cheia de impressões falsas e alargadas por motivos inconscientes.

ST!

O Bahia acima de tudo

17 de setembro de 2014

Quem é situação no Bahia? Quem será oposição no Bahia? O certo, hoje, é que ninguém quer assumir a responsabilidade pelo “pepino” de um clube próximo de ser rebaixado. Todos se enquadram no direito de responsabilizar as más contratações pelo departamento de futebol numa adminiatração que não tem padrinhos. Afinal, quem está no comando do E.C.Bahia?

Sabemos que somente uma conjuntura política e institucional poderia derrubar o familismo acéfalo e infâme das administrações anteriores, porém, vencida esta etapa e construída a transição, é preciso restaurar a veia oposicionista no Bahia e identificar os erros da administração atual. O poder de fiscalizar e cobrar ficou em segundo plano para muita gente e gerou ressentimento em outros por cobranças “excessivas”.

É bom que o Bahia não perca a virtude de cobrar de seus dirigentes a responsabilidade por falhas identificáveis no departamento de futebol. Tres diretores de futebol passaram pelo Bahia e resposabilidade por isso deve ser cobrada do presidente e de quem indicou os nomes dos respectivos diretores de futebol. Outras propostas de gestão do futebol, então precisam ser discutidas com coragem e sem personalismo para gerar programas de gestão de futebol.

Por isso, o presidente aparentemente perdido e grupos de conselheiros se bicando formam uma cena shekespeariana com a disputa de poder que culminaram com o pedido de demissão da antes unanimidade no Bahia, o Dr. Reub Celestino. A defesa pelo nome de Reub gerou acirramento de ânimos que se exaltaram e provocaram ressentimentos em tricolores que hoje não conseguiriam sentar numa mesa de bar para conversar entre amigos como faziam antes da intervenção.

O excercício da democracia não é mesmo uma reunião de amigos para tirar alguém do poder. A democracia é uma forma de gerir conflitos. Assim, o problema agora só será resolvido democraticamente se as forças de antes da intervenção entenderem que existem interesses que ganham com essa briga entre conselheiros e sócios em nome de personagens que por mais que mereçam respeito não deveriam distanciar os tricolores dos interesses do tricolor.


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